Veja para que serve Panacéia
Panacéia (Solanum cernuum)
AÇÃO E INDICAÇÃO:
Diurético. Para cólicas renais, calculose.
FORMAS UTILIZADAS:
- Chá (rasura)
- Tintura (líquido)
Panacéia
Fonte: www.oficinadeervas.com.br/
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Diurético. Para cólicas renais, calculose.
- Chá (rasura)
- Tintura (líquido)
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Planta medicinal (cicatrizante e antibiótica) e comestível.
Nome científico: Aloe vera (L.) Burm. f.
Nomes populares: babosa, aloé, babosa-medicinal, erva-de-azebre, caraguatá, caraguatá-de-jardim, erva-babosa, aloé-do-cabo.
Família: Asphodelaceae (Liliaceae)
Centro de origem: Continente africano (provavelmente).
Planta suculenta, de até um metro de altura. Folhas grossas, carnosas e suculentas, dispostas em "roseta", com espinhos. Cresce espontâneamente na região Nordeste. Prefere solo arenoso e não exige muita água.
Outras espécies, de mesmos usos: Aloe arborescens Mill. e Aloe ferox Mill. (possuem florações de colocação rosada/amarelada e avermelhada, respectivamente).
O primeiro uso da babosa que vou citar é muito conhecido: o sumo da babosa é comprovadamente cicatrizante e antimicrobiano, sendo muito recomendada sua aplicação direta sobre ferimentos. Basta cortar a folha, e passar o gel ("mucilagem") dela sobre a ferida ou queimadura. Algumas pessoas, todavia, recomendam retirar com água antes o gel amarelo e utilizar apenas o gel transparente (não é difícil distinguir as diferentes mucilagens da planta). Eu tive bons resultados nos dois casos. Além disso, a planta é muito utilizada para tratar cabelos, sendo utilizada em cosméticos industriais e artesanais.
Já o segundo uso costuma surpreender: a babosa é uma planta comestível, inclusive muito rica em sais minerais. Mexicanos comem ela na salada. Na Venezuela, a mucilagem de babosa é parte do café da manhã, misturado com mel. Porém, ela é de um gosto extremamente forte e amargo, devido ao alto teor químico (alguém acompanha os mexicanos quando eles colocam "um pouquinho" de pimenta na comida?). Recomendação: experimente não com um pouco, mas com uma boa porção de mel junto do pedaço de babosa. Fica uma delícia. Só não exagere na dose, mesmo se você estiver acostumado, para não ter distúrbios pelo excesso de algum nutriente (sim, isso é possível, no caso de alguns sais minerais). Claro que estes distúrbios só podem ocorrer se você comer pedaços grandes de babosa todo dia.
Algo interessante da biologia da babosa é que sua química é das mais visivelmente influenciadas pela umidade e pela exposição ao sol. Dependendo destas variáveis, ao ser cortada ela pode exalar cheiro mais ou menos forte, e maior ou menor quantidade de mucilagem. Infelizmente eu nunca sistematizei minhas experiências com babosa, então não posso dar mais detalhes.
Mas algumas pessoas sistematizaram. E pelo menos uma com um fim muito nobre: tratar câncer. O último uso de babosa que vou citar hoje é uma receita, elaborada e melhorada pelo Frei Romano Zago, relatada em seu livro "Câncer têm cura!" (ver referências). Eu nunca experimentei a receita, porém muitos conhecidos, principalmente por intermédio de minha mãe, que divulgou entre os amigos a receita, alegaram ter se curado completamente usando a planta. Esta mesma receita pode ser tomada por pessoas saudáveis pelo menos uma vez ao ano, como tônico e rejuvenescedor, e para prevenir câncer.
Atenção:
- Colher a babosa de preferência de madrugada, antes do nascer do sol, e após 5 dias sem chuva (3 dias, pelo menos). Não colher com orvalho (para evitar o orvalho, colher a planta no meio da noite). Colher logo após o pôr-do-sol não é bom, pode-se colher parcialmente a química diurna da planta, que não é a desejada.
- Recomenda-se que o pé tenha alguns anos de vida.
- Preparar o remédio logo após a colheita. Tanto a colheita quanto a preparação é ideal que sejam feitos ainda longe da luz solar, no escuro. Separe recipientes opacos para guardar o preparado final. Não lave a babosa com água! Use um pano seco ou uma esponja seca para remover qualquer poeira que exista nas folhas antes de começar.
Ingredientes
- Duas, três, ou quatro folhas de babosa (duas, se tiverem 50cm, três se tiverem 35cm, quatro, se tiverem 25cm), de modo a completar aproximadamente 1 metro, em fileira.
- Meio quilo de mel de abelha (evitar mel artificial, refinado, ou outras falsificações).
- 40 a 50 ml de bebida destilada (cachaça de alambique, uísque, conhaque, etc.; não entram álcool puro, vinho, cerveja, licores).A quantidade que cabe em uma pequena xícara de café.
- Não precisa ser apegado as estas medidas. Precisa sim ser apegado em colher em tempo seco e à noite!
Preparo
- Corte a babosa primeiro tirando os espinhos com uma faca afiada, depois picando em cubos.
- Tudo para liquidificador. Misture todos os ingredientes bem, até virar um creme esverdeado. Está pronto.
- Guarde em um recipiente tampado e opaco, como um vidro escuro, e na geladeira, evitando a luz.
Como tomar:
- Três vezes ao dia, ao fim do jejum antes de cada refeição, tomar uma ou duas colheres do preparado.
- Tomar por 10 dias, então não tomar por pelo menos outros 10 dias, antes de tomar por outros 10 dias, assim sucessivamente, até a cura. Quem estiver tomando como tônico, tomar apenas a primeira série de 10 dias, e a seguinte, se desejar, apenas após alguns meses.
Obviamente, não é necessário parar outros tratamentos para tomar o preparado de babosa. E este em nada afeta os outros tratamentos.
(a menos, é claro, na possível obtenção de uma cura mais rápida)
Referências:
“Plantas Medicinais no Brasil – Nativas e Exóticas”, Harri Lorenzi e F. J. Abreu Matos. 2ª Edição, Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2008.
“Câncer tem cura!”, Frei Romano Zago, OFM. 11ª Edição, Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1997.
AVISO GERAL: Sempre que utilizar plantas medicinais, certifique-se de colher a espécie correta, e que a planta esteja saudável e tenha crescido em bom solo. Ou seja: evite plantas próximas à esgoto, lixo, sujeira, etc. Evite plantas com sinais de predação por insetos ou fungos. Não utilize produtos agroquímicos sobre plantios de finalidade medicinal. Leia atentamente as dicas e recomendações, no mundo biológico todo detalhe é importante.
O SUCO QUE CURA GRIPE E DESINTOXICA O FÍGADO
INGREDIENTES:
06 folhas de babosa
01 copo (americano) de água ou suco de laranja
1/2 maçã picada
01 folha de couve
MODO DE PREPARAR:
Tire os espinhos das folhas, lave e pique. Bata no liquidificador e coe. Despeje esse suco novamente no liquidificador junto com os demais ingredientes e bata. Tome em jejum uma vez por dia.
ATENÇÃO: esse suco não é indicado para gestantes. A casca possui uma substância que pode provocar parto prematuro.
Fonte: vida-nos-bosques.blogspot.com.br/2011/04/babosa-aloe-vera.html#more
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Fonte: Youtube/ Canal: robsontragibodcampos
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O Cupuaçu nasce em uma árvore natural da porção brasileira da Amazônia. Seu nome científico é Theobroma grandiflorum, anteriormente conhecida como Sterculiaceae. Este vegetal, que pode ser encontrado até mesmo com 20 metros de altura, embora em média ele meça de 10 a 15 m, é do grupo familiar do cacau.
O fruto desta árvore, igualmente denominada cupuaçuzeiro, cupuaçueiro ou cupu, sustentou durante muito tempo tribos inteiras e os animais da floresta. Ele se transformou em um alimento popular, inclusive internacionalmente, por suas sutis propriedades gastronômicas, pois é normalmente utilizado na confecção de sucos, sorvetes, geléias e tortas, principalmente devido à sua consistência cremosa, que apresenta um sabor incomum.
Este alimento ancestral se torna maduro de janeiro a abril, em meio a uma temporada de chuvas intensas. Em vários centros urbanos da América do Sul a procura por este fruto é tão ampla, que o volume produzido se torna insuficiente. Os índios acreditam que o cupuaçu também detém valores medicinais, após ser benzido por um pajé.
Desta forma era receita imprescindível nos partos difíceis, na forma de suco, nas regiões do Rio Negro e do Orinoco. Até hoje a tribo dos Tikuna se vale das sementes do cupuaçu para aliviar dores no abdômen.
As folhas do cupuaçu alcançam 60 centímetros de comprimento e se caracterizam por ostentarem uma feição ferruginosa no lado inferior. Suas extensas flores apresentam uma coloração vermelho-escura e são as mais vastas desta classe, crescendo atipicamente descoladas do tronco, mais especificamente nos galhos.
O fruto desta árvore pode ser encontrado no formato de uma esfera ou na feição ovóide. Ele pode alcançar até 25 centímetros de comprimento, apresentando sempre o invólucro pétreo e plano, na cor castanho-escura. Suas sementes estão abrigadas em uma polpa branca, azeda e de intenso aroma.
O cupuaçu nasce em terra sólida e distante da superfície, com incrível capacidade de reter água, fértil e bem consistente fisicamente. Seu Ph oscila entre 6,0 e 6,5, sendo ideal para o cultivo deste vegetal. As plantas resultantes podem ser reproduzidas por intermédio de enxertia e através do cultivo de outras sementes.
Seu alto potencial no mercado torna o cultivo do cupuaçu muito cobiçado, principalmente porque sua similaridade com o cacau permite a produção de uma espécie alternativa de chocolate. Assim, em vários territórios brasileiros, vem sendo aprimorada a fabricação de um chocolate de cupuaçu, igualmente conhecido como ‘cupulate’. No Japão já é comum encontrar este produto, portanto é cada vez maior o volume do cupuaçu exportado para este país.
Esta performance econômica do cupuaçu tem provocado também o avanço da biopirataria, principalmente da parte dos japoneses. Recentemente a Asahi Foods, do Japão, viu sua patente do termo cupuaçu suspensa na União Européia, Japão e Estados Unidos, graças ao empenho de ONG’s e do Estado brasileiros.
Cresce também o uso do cupuaçu como bombom, produtos estéticos, licores e vinhos desprovidos de álcool. Avançam pesquisas científicas sobre suas reais propriedades medicinais, especialmente nos órgãos gastro-intestinais.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cupuaçu
http://www.amazonlink.org/biopirataria/cupuacu.htm
Texto e Foto - Reprodução
Fonte: www.infoescola.com / Por Ana Lucia Santana
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A taioba, cujo nome científico é Xanthosoma sagittifolium (L.), é uma monocotiledônea herbácea, tropical, perene, rizomatosa, que pode atingir até dois metros de altura. Possui como características grandes folhas cordiformes encontradas em tons de verde e roxo escuro, com enormes limbos cerosos e carnosos e, com nervuras marcantes.
A planta é cultivada em praticamente todas as regiões do Brasil e por ser uma espécie tropical, necessita de temperaturas quentes, em torno de 25 a 28 graus Celsius. A taioba não tolera geada e em condições climáticas onde as temperaturas sejam inferiores a 15 graus Celsius, o crescimento da planta é muito comprometido. Para que se desenvolva bem, necessita de solos bem drenados, enriquecidos com matéria orgânica e cujo pH esteja entre 6 e 7. As taiobas podem ser colhidas de 80 a 100 dias após o plantio.
Nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, a melhor época para o plantio de taioba é de setembro a novembro. No Centro-Oeste é de setembro a fevereiro e já na região Nordeste e Norte, onde o calor é predominante, as taiobas podem ser plantadas durante todo o ano.
Pertencente a família Araceae da qual estão inclusas cerca de três mil espécies, entre elas o inhame e diversas plantas ornamentais como o comigo-ninguém-pode e o copo-de-leite, a taioba é destaque por ser uma espécie comestível que apresenta alto teor de minerais e vitaminas.
Da taioba, utiliza-se para o consumo tanto as suas folhas, como também os seus rizomas. As folhas que possuem um sabor suave são excelentes fontes de vitamina A e diversas pesquisas já comprovaram inclusive, que a quantidade desta vitamina encontrada nas folhas de taioba é superior as encontradas nas cenouras, que são fontes de vitamina A, bastante populares. Além disto, as folhas contêm também vitamina C e minerais como o ferro, potássio e manganês. Já o rizoma, é ricamente constituído por carboidratos, porém não é muito consumido quanto às folhas, pelos brasileiros. Na África e na Ásia o consumo dos rizomas é comum.
No Brasil, principalmente nos estados de Mina Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Espírito Santo, aprecia-se muito o consumo de folhas de taioba. Elas que podem ser preparadas de variadas maneiras, desde cruas em saladas, como também refogadas e como ingredientes de receitas exóticas, estão se tornando cada vez mais conhecidas e presente na alimentação dos brasileiros, tanto por serem nutritivas, como também pelos seus poderes medicinais.
Fontes:
http://eptv.globo.com/terradagente/0,0,4,103;10,taioba.aspx
http://www.cnph.embrapa.br/bib/saibaque/taioba.htm
http://www.umassvegetable.org/ethnic-crops/marketing/documents/Taioba.pdf
Texto e Foto - Reprodução
Fonte: www.infoescola.com / Por Marina Martinez
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Árvore da espécie “Hymenae courbaril”, da família “Leguminosae-Caesalpinoideae”.
O jatobá também é conhecido como jataí; jataí-amarelo; jataí-peba, jitaí, farinheira, imbiúva.
A sua altura média é de quinze a vinte metros, o tronco atinge até um metro de diâmetro, cada folha apresenta de seis a quatorze centímetros de comprimento. A espécie é encontrada do Piauí ao Norte do Paraná. O seu florescimento ocorre durante os meses de outubro a dezembro, os frutos começam a amadurecer a partir do mês de julho.
A madeira do jatobá é utilizada na construção civil, confecção de artigos esportivos, ferramentas, esquadrias e móveis. O fruto desta espécie de árvore apresenta uma farinha comestível.
A casca de seu tronco é lisa com coloração cinza ou castanho-cinza. As folhas são pecioladas e bifoliadas; as flores são hermafroditas com quatro pétalas brancas e alaranjadas. O fruto possui formato de vagem cilíndrica medindo cerca de 8 a 15 cm de comprimento.
O interior do fruto é farináceo, doce e amarelo-claro, cada fruto possui de 2 a 6 sementes. No exterior é encontrada no México, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia.
É grande fonte nutricional das tribos indígenas. Uma espécie muito conhecida é o jatobá-do-cerrado, Ocorre em cerrados e facilmente identificada pelas suas folhas, mesmo na ausência de flores, as folhas são alternas e compostas por dois folíolos. A folha do jatobá possui propriedades medicinais para o fortalecimento das vias respiratórias superiores e aparelho cardio-vascular.
Texto e Foto - Reprodução
Fonte: www.infoescola.com
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Nome popular: Hortelã, Hortelã-rasteira Nome científico: Mentha x villosa Família:Labiatae (Lamiaceae) Origem: Europa. Propriedades: espasmolítica (reduz contrações musculares involuntárias), antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local. Características: Erva perene, de 30 a 40 cm de altura, com folhas que possuem aroma forte e característico. Tem grande importância medicinal e social, por sua alçao contra microparasitas intestinais, recentemente descoberta. Há muitas espécies de hortelã parecidas, dificultando a escolha da planta certa para fins medicinais, exigindo a obtenção das mudas em locais de confiança. Parte usada: Folhas Usos: A literatura etnofarmacológica registra como suas propriedades as ações: espamolítica, antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local. Forma de uso / dosagem indicada: O tratamento contra ameba e giárdia pode ser feito com o pó das folhas em 3 doses diárias por 5 dias consecutivos. Cultivo: No plantio inicial as plantas de desenvolvem bem em solos ricos em húmus e umidade. Pode ser multiplicada através de estaquia. Referências bibliográficas: |
repelente de mosquitos, ratos e pulgões.
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Fonte: www.cultivando.com.br
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Nome popular: Alho. Nome científico: Allium sativum L. Família: Liliaceae. Origem: Europa. Propriedades: Digestivo, vermífugo, antigripal, antiinfeccioso. Características: Erva bulbosa, perene, com cheiro forte e característico. Largamente utilizado em todo o mundo na culinária. Parte usada: Bulbo. Usos: O alho vem sendo usado na medicina tradicional desde a mais remota antiguidade, para evitar ou curar numerosos males, desde perturbações do aparelho digestivo, verminoses e parasitoses intestinais, edema, gripe, trombose, arteriosclerose, até infecções da pele e das mucosas. Seus compostos desejáveis se degradam mais lentamente em meios ácidos, o que explica seu melhor efeito quando associado a sucos de frutas ácidas, como o limão. Forma de uso / dosagem indicada: Pode ser consumido na forma de macerado, pó, chá, xarope e tintura, ou mesmo por ingestão dos dentes recentemente cortados. Cultivo: Pode ser reproduzido através da divisão do bulbo, ou seja, pelo enterrio do bulbo. Referências bibliográficas: |
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Nome popular: Quebra-pedra, Arrebenta-pedra, Erva-pomba, Quebra-pedra-branco Nome científico: Phyllanthus niruri L. Família: Euphorbiaceae Origem: Região tropical. Propriedades: Diurética (faz urinar), aperiente (abre o apetite), analgésica, relaxante muscular, anti-infecciosa. Características: Erva ruderal, anual, de 40 a 80 cm de altura, que possui flores e frutos diminutos nas axilas da folhas. Cresce principalmente na estação chuvosa em todo tipo de solo, sendo comum aparecer nas fendas das calçadas, terrenos baldios, quintais e jardins, em todos os estados brasileiros. O nome quebra-pedra se refere a várias outras espécies semelhantes do mesmo gênero. Parte usada: Toda a planta. Usos: Seu uso em medicina popular é referido de longa data na literatura etnofarmacológica, de forma unânime como remédio para os rins, a fim de eliminar pedras dos rins e para urinar mais. Forma de uso / dosagem indicada: Prepara-se o chá por fervura durante 10 minutos, de 30 a 40 g da planta fresca, ou 10 a 20 g da planta seca para 1 litro de água. O cozimento (decocto) filtrado pode ser conservado em geladeira até o dia seguinte. Toma-se uma xícara de cada vez, 3 vezes ao dia. Observação: Devido ao potencial tóxico dos alcalóides, não devemos ultrapassar as dosagens recomendadas. É conveniente, no uso prolongado, interrompermos por uma semana o uso do chá a cada 3 semanas. Referências bibliográficas: |
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Fonte: www.cultivando.com.br
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