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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Como Fazer Cola Caseira

Como Fazer Cola Caseira

Veja como fazer uma cola caseira que substitui a cola branca.

Materiais necessários para a cola branca caseira:

  • 2 xícaras de chá de água filtrada
  • 2 colheres de sopa de farinha trigo
  • 1 colher de sopa de vinagre branco

Como Fazer Cola Caseira

Como preparar a cola branca caseira:

Leve 1 xícara de meia de água para ferver. Dissolva as 2 colheres de farinha de trigo em 1/2 xícara de água fria. Com o fogo baixo, adicione de uma vez a farinha dissolvida na água fervente. Prossiga mexendo a todo momento, por aproximadamente 10 minutos. Ficará com consistência de mingau. Retire do fogo, acrescente o vinagre e mexa bem até incorporar completamente. Deixe esfriar e use. Sua consistência é muito macia, o que facilita a aplicação.

Dicas:
- Para guardar, utilize um pote com tampa e a cola durará de 15 a 20 dias na geladeira.
- Por não possuir cheiro, é excelente para trabalhar com crianças e dependentes químicos.
- Reduza custos e o impacto ambiental preparando a sua cola branca caseira.


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Fonte: passoapasso.reciclaedecora.com/dicas-de-artesanato/como-fazer-cola-caseira/
Fotos: bemtefiz.com.br/sustentabilidade/cola-caseira-para-papel-feita-com-farinha-de-trigo/
www.colegiomiraira.com.br/index.php/78-novidades/72-papel-mache

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Como usar uma bussola

     

Modo de segurar numa bússola

Ao usar a bússola, deve sempre colocá-la o mais na horizontal possível. Se fizer leituras com a bússola inclinada estará cometendo erros.O polegar deve estar corretamente encaixado na respectiva argola, com o indicador dobrado debaixo da bússola, suportando-a numa posição nivelada.

 


     

Nomenclatura de uma bússola

 

 


 

Nunca se devem fazer leituras com a bússola perto de objetos metálicos ou de circuitos elétricos.

Abaixo você poderá alguns exemplos de objetos e respectivas distâncias que devemos respeitar quando quisermos fazer uma leitura com a bússola.





Distâncias mínimas de utilização da bússola
 

Objetos

Distância

linhas de alta tensão

60 m

fios telefônicos

10 m

arame farpado

10 m

carro

10 m

machado

1,5 m





O que é azimute?


Um azimute é uma direção definida em graus, variando de 0º a 360º. Existem outros sistemas de medida de azimutes, tais como o milésimo e o grado, mas o mais usado pelos Escoteiros é o Grau. A direção de 0º graus corresponde ao Norte, e aumenta no sentido direto dos ponteiros do relógio.
 

direções (norte é igual a zero grau)

Exemplo de um azimute de 60 graus



Tipo de azimutes


1) Azimute Magnético: quando medido a partir do Norte Magnético (indicado pela bússola);
2) Azimute Geográfico: quando medido a partir do Norte Geográfico (direção do Pólo Norte)
3) Azimute Cartográfico: quando medido a partir do Norte Cartográfico (direção das linhas verticais das quadrículas na carta).





Como determinar o azimute magnético de um alvo
 

 

 

Querendo-se determinar o azimute magnético de um alvo usando uma bússola há que, primeiro, alinhar a fenda de pontaria com a linha de pontaria e com o alvo. Depois deste alinhamento, espreita-se pela ocular para o mostrador e lê-se a medida junto ao ponto de referência.

Todo este processo deve ser feito sem deslocar a bússola, porque assim alteraria a medida. O polegar deve estar corretamente encaixado na respectiva argola, com o indicador dobrado debaixo da bússola, suportando-a numa posição nivelada.

 





Como apontar um azimute magnético


Querendo apontar um azimute magnético no terreno, para se seguir um percurso nessa direção, por exemplo, começa-se por rodar a bússola, constantemente nivelada, de modo a que o ponto de referência coincida com o azimute pretendido. Isto é feito mirando através da ocular para o mostrador. Uma vez que o ponto de referência esteja no azimute, espreita-se pela fenda de pontaria e pela linha de pontaria, fazendo coincidir as duas, e procura-se ao longe, um ponto do terreno que possa servir de referência. Caso não haja um bom ponto de referência no terreno, pode servir bastão da patrulha que, entretanto, se deslocou para a frente do azimute e se colocou na sua direção.


Como marcar um azimute numa carta


Para marcar um azimute numa carta, basta usar um transferidor. Coloca-se a base do transferidor (linha 0º - 180º) paralela às linhas verticais das quadrículas da carta e o ponto de referência sobre o ponto a partir do qual pretendemos traçar o azimute. De seguida faz-se uma marca na carta mesmo junto ao ponto de graduação do transferidor correspondente ao ângulo do azimute que pretendemos traçar. Por fim, traçamos uma linha a unir o nosso ponto de partida e a marca do azimute.


Exemplo para marcar um azimute de 55º a partir de uma Igreja
 

 

 

A Igreja, a partir da qual se pretende marcar um azimute de 55º

 

O transferidor alinhado com as linhas verticais das quadrículas, e com o ponto de referência sobre a igreja.

 

O azimute de 55º traçado a partir da Igreja e passando pela marca correspondente aos 55º graus.





Azimute inverso
 

 

 

O Azimute Inverso é o azimute de direção oposta.

Por exemplo, o Azimute Inverso de 90º (Este) é o de 270º (Oeste).

Para o calcular basta somar ou subtrair 180º ao azimute em causa, consoante este é, respectivamente, menor ou maior do que 180º.

 


Exemplos: Como calcular o azimute inverso de 65º e de 310º
 

Azimute

Operação

Azimute Inverso

65º

como é inferior a 180º deve-se somar 180º

65º + 180º = 245º

310º

como é superior a 180º deve-se subtrair 180º

310º - 180º = 130º





Método da triangulação para determinar a nossa posição numa carta
 

 

 

Este método nos permite localizar, com bastante precisão, a nossa posição numa carta.

Segue-se um exemplo de como utilizar este método. Começa-se por identificar, no terreno e na carta, dois pontos à vista. Neste caso escolheu-se um marco geodésico e um cruzamento, pois ambos estão à vista do observador e são facilmente identificáveis na carta através dos seus símbolos.

De seguida, com a bússola determinam-se os azimutes dos dois pontos, 340º e 30º, respectivamente para o marco geodésico e para o cruzamento.

 

     

 

Conhecidos os azimutes, passamos a calcular os azimutes inversos respectivos: 160º é o azimute inverso de 340º e 210º o de 30º. 

Na carta, e com o auxílio de um transferidor, traçam-se os azimutes inversos a partir de cada um dos pontos (160º para o marco geodésico e 210º para o cruzamento).

O ponto onde as linhas dos dois azimutes inversos se cruzam corresponde à nossa localização.





Método da triangulação para identificar um ponto do terreno na carta
 

 

 

Este método nos permite, com bastante precisão, identificar um determinado ponto do terreno à nossa frente na carta.

O seguinte exemplo usa a mesma localização que o anterior. Desta vez, pretende-se localizar na carta o ponto onde está o Totem de Patrulha.

 

     

 

É preciso que um escoteiro vá até aos dois pontos com uma bússola e meça os azimutes desses pontos para o Totem. Depois disso, não é preciso calcular os azimutes inversos, porque basta usar os mesmos azimutes para traçar as linhas na carta e obter os pontos (tal como na figura do exemplo anterior).


Referências Bibliográficas


- Rover Net - Geografia, planeta.terra.com.br/educacao/rover/geografia.htm, Brasil, 2001;
- Gilbert, W, De Magnete, www.educeng.ufjf.br, IX Encontro Educação em Engenharia, UFF, Brasil, 2003;
- Piassi, L P, Física em Rede, www.scite.pro.br, Brasil, 2004;
- Corpo Nacional de Escuta, Escutismo Católico Português, www.cne-escutismo.pt, Portugal, 2003.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.cartografia.eng.br

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sexta-feira, 16 de março de 2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

Como conseguir orientar-se na selva

Perdido na selva! Não há razões para perder a calma ou deixar-se entrar em pânico. A primeira atitude a tomar é olhar para todos os lados e tentar descobrir a sua localização, verificar se é possível ainda reconhecer por onde veio e para onde poderá seguir. Antes de mais, deve sempre levar consigo uma bússola ou um mapa. Se assim for, parte do problema ficará resolvido.
Deve evitar os perigos noturnos, por isso, opte por passear na selva durante o dia, porque se se perder, será muito mais fácil orientar-se.
A orientação básica pode ser realizada por diferentes meios: pelos astros, por objetos como a bússola ou o mapa ou através de sinais dados pela natureza.
À partida, quem se desloca para este tipo de locais, conhece os pontos cardeais e sabe de que lado nasce e de que lado se põe o sol. Assim, se abrir os braços e apontar com a mão direita para onde o sol nasce e com a esquerda para o lado onde ele se põe, estará de frente para o Norte e atrás de si estará o sul.
Outra forma de fazê-lo será utilizando um bocado de madeira e espetá-lo no chão, deixando-o na vertical. Se isto for feito de manhã, a sombra que o pau fizer no chão apontará para oeste, se for feito de tarde, apontará para leste. Assim descobrirá os restantes pontos cardeais para se reorientar.
Caso tenha consigo uma bússola, a sua leitura é tão simples quanto prática. A sua agulha aponta sempre para norte. Sabendo isto, atrás de si estará o sul e os outros pontos são por consequência encontrados.
No entanto, se nada mais puder ajudá-lo, sirva-se do que a natureza tem. Habitualmente, as árvores precisam de mais luz solar do que as plantas térreas. Portanto, numa área fechada, estando junto ao rio, o seu leito correrá de leste a oeste, observando-se o crescimento de ervas no lado norte.
Se o tronco das árvores tiver um lado mais verde do que outro, o lado mais verde indica o leste.
Concluindo, para uma reorientação mais rápida, o melhor é encontrar um riacho ou ribeiro e seguir a direção da água, que o levará a uma maior área aguada e assim por diante, até chegar a um rio principal, onde certamente irá encontrar ajuda, já que todas as aldeias e vilas florestais estão situadas nas margens dos rios.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.assimsefaz.com.br

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Como fazer fogo com pilhas e bombril


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Como fazer fogo com camisinha


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Como fazer fogo com um comprimido e glicerina


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Como fazer uma lamparina caseira


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sexta-feira, 9 de março de 2012

Como estimar a largura de um Rio

dica de como estimar a largura de um rio. Afinal, pode ser muito útil conhecer a distância à margem oposta.

1. Escolha uma rocha, árvore ou outro ponto de referência na margem oposta e coloque-se diretamente de frente a ele (ponto A);
2. Calcule aproximadamente, a metade da largura do rio e marque-a em passos ao longo da margem;
3. Marque este ponto B (com uma pedra ou uma estaca) e continue andando ao longo da margem a mesma quantidade de passos dados anteriormente e marque este ponto C;
4. Desloque-se perpendicularmente à linha marcada, até que o objeto de referência na margem oposta e o ponto B estejam alinhados quando olhados por cima do ombro. Pare;
5. A distância entre o ponto C e a sua nova posição é igual a largura do rio (aproximadamente).

Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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quinta-feira, 8 de março de 2012

Como auto-içar em uma árvore

Video - Reprodução

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Como Impermeabilizar Fósforos

É possível impermeabilizar fósforos com uma coisa que todas as pessoas têm em casa, velas.

Para impermeabilizar os fósforos basta seguir estes passos:


1º partir uma vela ao meio
2º meter a metade da vela num pequeno recipiente de metal
3º levar ao fogão
4º depois da metade da vela estar toda derretida pegar num molho de fósforos e "molhar" a parte vermelha do fósforo na cera
5º deixar secar

E temos fósforos impermeabilizados.

Para os usar depois, basta raspar com a unha a parte vermelha do fósforo, e depois é só acender normalmente.

Muito Util, pois mesmo se molhar pega fogo

Veja os Videos Abaixo:

Video - Reprodução Youtube

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Como utilizar uma bussola

Na verdade, a única coisa que a bússola faz é apontar o Norte Magnético. E não é a coisa mais precisa do mundo. A agulha da bússola pode ser desviada por grandes quantidades de minério de ferro, objetos de aço, linhas de alta tensão e outras bússolas (quando próximas demais). E nestes casos, a agulha indicará uma falsa direção. Assim, é preciso avaliar a qualidade e características de sua bússola antes de cada saída em campo. Mais adiante veremos como fazer isto.

Uma bússola atual de modelo simples é uma caixinha circular (cápsula) de material transparente. Lá dentro está uma peça metálica a que chamamos de agulha. Esta peça fica equilibrada sobre um pino e tem livre movimento circular na horizontal. Como a agulha é imantada ela aponta, sempre, para o Norte Magnético. Nas boas bússolas, o interior da cápsula é preenchido por um fluido viscoso, destinado a diminuir a "oscilação" da agulha. As bússolas destinadas a serem sobrepostas aos mapas são feitas em acrílico transparente e se assemelham ao desenho acima. Em torno da cápsula, está um anel giratório graduado denominado Limbo. No fundo da cápsula há uma série de linhas paralelas. As linhas mais finas servem para alinhar a bússola (ou a cápsula) às linhas norte-sul da grade de coordenadas do mapa. As duas linhas mais centrais (no fundo da cápsula) são enfatizadas (mais grossas, cor diferente, ou um desenho especial). A faixa entre estas linhas internas chama-se Seta-Guia. A seta-guia normalmente está em perfeito alinhamento com o 0 (zero) ou "N" do limbo. Mas alguns modelos de bússola permitem que a seta-guia seja ligeiramente desviada, para compensar a declinação magnética. Sobre a placa-base da bússola, partindo da cápsula há uma seta apontando para extremidade mais distante: esta é a Linha-de-Fé.

O limbo, dependendo do tamanho da bússola, é graduado de grau em grau ou de 2 em 2 graus, ou mesmo mais. Quanto menor o diâmetro do limbo, mais graus haverá entre cada par de marcas. Assim, uma bússola muito pequena oferece menor precisão, pois a graduação terá divisões pouco nítidas. Uma bússola que não tenha um limbo giratório do mesmo modo terá pouca utilidade na prática.

Normalmente a escala do Limbo é em graus. Esta escala vai de 0º a 360º (ou a marca N, no limbo), começando e terminando no mesmo ponto, denominado norte-do-limbo. Os valores lidos no limbo sã o chamados de Azimutes Magnéticos (não confundir com "rumo", que é coisa diferente). Azimutes magnéticos sã o valores angulares que começam na direção do norte magnético (apontada pela agulha) e vão até uma direção escolhida por nós. Esta direção pode ser a de um pico de montanha, uma árvore grande, uma casa ou outro referencial qualquer.

Provavelmente voce já sabe que o Polo Norte Magnético está afastado em vários quilômetros do Polo Norte Geográfico (verdadeiro). A diferença angular entre estes dois polos é chamada de Declinaçã o Magnética.. Tenha sempre em mente: a bússola tem como referência o Norte Magnético, enquanto os mapas se referem ao Norte Geográfico, e a diferença angular entre eles muda sempre. Consulte em seu mapa qual a diferença anual a ser compensada. Ela varia em cerca de 8 minutos por ano (1 grau tem 60 minutos) aproximadamente, mas seu mapa fornecerá esse dado com exatidão. Para evitar que você tenha que fazer muitos cálculos, algumas bússola já vêm com um parafuso de compensação da declinação. A finalidade deste parafuso é desalinhar a Seta-Guia em relação ao "N" do limbo, compensando com um desalinhamento angular a declinação e no sentido oposto.

Como foi dito no início, a bússola só serve para lhe apontar direções. Cabe a você escolher a direção certa. E para saber a direção a seguir, você precisa saber em que lugar voce se encontra . Em outras palavras: sem um mapa, uma bússola servirá apenas para nos manter em um determinado rumo escolhido, não servindo para nos orientar muito mais que isso. A maioria dos nossos mapas são em escalas muito amplas, ficando muitas vezes difícil localizar (no mapa) nossa posição. É aí que entra a bússola.

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Como fazer Pólvora caseira

A pólvora "clássica" é chamada de pólvora negra e é fabricada com a mesma fórmula há milênios: 75% de Salitre ou salitre do chile , 15% de carvão e 10% de enxofre. O principal componente - o salitre (nitrato de potássio) - é um componente que era muito utilizado por alquimistas da época medieval, por acreditarem em suas propriedades mágicas - justamente o seu alto poder de combustão e explosão.

Tipos de pólvora

Existem dois tipos de pólvora: pólvora negra e pólvora "sem fumaça" (o termo não é estrito, pois deveria ser "com pouca fumaça"). Quase todas as armas de fogo modernas usam pólvora "sem fumaça". Enquanto a pólvora negra é classificada como explosivo, a moderna pólvora "sem fumaça" meramente queima rapidamente como descrito a seguir. A pólvora queima produzindo uma onda de deflagração subsônica ao contrário dos altos explosivos que geram uma onda de detonação supersônica. Isto reduz o pico de pressão na arma, mas também a torna menos capacitada de destruir rochas ou fortificações.

Pólvora "sem fumaça"

Pólvora "sem fumaça" consiste, quase que somente, de pura nitrocelulose (pólvoras de base simples), frequentemente combinada com até 50% de nitroglicerina (pólvoras de base dupla), e algumas vezes com nitroguanina (pólvoras de base tripla) embebida em pequenas pelotas esféricas ou lâminas e cilindros extrudados usando éter como solvente. Pólvora "sem fumaça" queima somente na superfície dos grãos. Grãos maiores queimam mais vagarosamente, e a taxa de queima é controlada, além disso por uma camada superficial de detenção de chama. A intenção é regular a taxa de queima de modo a que uma pressão relativamente constante seja exercida para propelir o projétil ao longo de todo o seu percurso dentro do cano da arma para se obter a maior velocidade possível. Pólvora para canhões possui os maiores grãos, cilíndricos com até o tamanho de um polegar e com sete perfurações )uma central e as outras seis formando um círculo na metade do caminho entre o centro e a face externa). As perfurações estabilizam a taxa de queima porque, enquanto o exterior se queima em sentido do interior ocorre o inverso dos furos para fora. Pólvoras de queima rápida para armas de fogo são feitas por formas extrudadas com maior área superficial como lâminas ou então por achatamento dos grãos esféricos. A secagem é realizada à vácuo. Os solventes são então recondensados e e reciclados. Os grãos são também revestidos com grafite para prevenir faíscas provenientes de eletricidade estática causarem ignições indesejadas.

Pólvora negra

A pólvora negra é composta de ingredientes granulares:

Enxofre (S), Carvão vegetal (provê o Carbono) e nitrato de potássio (Salitre - KNO3, que provê o Oxigênio) A proporção ótima para a pólvora é: salitre 74,64%, enxofre 11,64% e carvão vegetal 13,51%. A proporção básica de seus elementos constituintes é: 2 partes de Enxofre : 3 partes de Carvão vegetal : 15 partes de Salitre A pólvora negra é também conservada em sal para alterar sua taxa de aquecimento, isto é muito perigoso pois a pólvora negra explode quando triturada. Essa trituração deve ser feita com a pólvora molhada. A graduação de tamanhos dos grãos de pólvora negra vão do áspero Fg, usado em rifles de grande calibre e pequenos canhões, passando pelo FFg (médios e pequenos calibres de rifles), FFFg (pistolas) e FFFFg (pistolas curtas e garruchas de pederneira).

Apesar de a pólvora negra não ser verdadeiramente um alto explosivo, geralmente o é classificado pelas autoridades em virtude de sua fácil obtenção.

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Pederneira, o que é e como utilizar

Existem diversos itens que nos ajudam a cobrir o quesito Fogo.

Dentre estes itens existe um que é tido como preferido entre a maioria das pessoas que praticam o Bushcraft.

Este item foi desenvolvido por militares e é utilizado hoje em dia em larga escala tanto pelas forças armadas como pelos civis.

Este item é a pederneira, que pode ser utilizada em qualquer situação climática, sem problema algum ao contrário de fósforos ou isqueiros.

A pederneira é um sílex pirômaco, capaz de produzir faíscas quando percutido ou atritado por peças de metal, em especial o ferro. Muito utilizado em peças antigas de artilharia, espingardas, isqueiros, etc., gera faíscas a 3.000 °C, tornando fácil fazer fogo em qualquer clima, em qualquer altitude, até mesmo sob tempestades e neve.

Uso da pederneira em programas famosos de tv:

A eficiência deste material pode ser comprovada através do seriado “A Prova de Tudo” no qual é demonstrado em diversas ocasiões que é possivel fazer uma fogueira em qualquer lugar usando apenas uma pederneira e um pouco de vegetação seca.

Alguns provavelmente até já viram a pederneira sendo usada neste seriado ou em outros do gênero como “Desafio em Dose Dupla” ou “Casal Selvagem” e nos programas parece que é muito simples de se fazer fogo com uma pederneira.

De fato o uso da pederneira é simples, porém deve ser utilizada da maneira correta e com material correto, caso contrário é provável que não se consiga obter fogo com ela.

Não basta apenas riscar a pederneira sobre algum material para que este se inflame. Existem três variáveis que devem ser consideradas como exemplificado abaixo.

Dicas importantes para acender fogo usando a pederneira:

1.A escolha do material para “isca” ou seja, o material utilizado para iniciar o fogo sob o qual será riscado a pederneira. Deve ser escolhido material bem seco e de fácil combustão como capim seco, palha, algodão, folhas secas inteiras ou trituradas, e outros semelhantes. Se usar um material que não esteja bem seco a probabilidade de fracassar é grande.
2.Aqui uma etapa muito importante, é necessário Raspar a Pederneira de forma lenta sob o material “isca” para que caia sobre a isca raspas do material da pederneira e assim ao riscar sobre o material ele se inflame rapidamente, se apenas riscar a pederneira sobre o material gerando faisca sem antes ter feito isto dificilmente a isca pegará fogo a não ser que seja algo muito seco e altamente inflamável.
3.A etapa final consiste em riscar a pederneira com força sobre a isca na direção do material que foi raspado e caiu em cima da isca. Agora ao riscar a pederneira, deve ser feita rapidamente e com força e com o ferro usado para riscar e gerar a faísca levemente inclinado para gerar uma faísca boa e forte. Seguindo os passos acima conseguirá acender fogo com a pederneira com sucesso e com a prática conseguirá fazer isto cada vez mais rápido.

Texto e Foto - Reprodução - Web

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