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"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina"
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sexta-feira, 30 de março de 2012

Nós de Náutica

Nós
Porque náutica tem que saber...


Náutica sem nós, parece incompleto. Então aí vai, mas...

O que é um nó?
Nó é aquilo que acontece na cabeça de quem aprende a dar nós, mas não os utiliza com freqüência.
É como aprender a dirigir carro, e logo depois passar meses sem dirigir novamente. Esquece.

Lição número 1: Atando as corda

Antes de aprender a dar nós, saiba que em um barco não se chama uma corda simplesmente de corda.
Não existe corda em um barco! Um barco só tem cabos.

Aquelas cordas que V. vê por todos os lados em um veleiro, não são cordas. São cabos.
Quando alguém fala "naquela corda ali", já se entregou: é marinheiro de primeira viagem. E como soa mal...

Três exceções: Corda do sino, do relógio e a de enforcar quem chamar um cabo de corda.

Cometa erros gramaticais. Até pode esquecer os plural tudo. O comandante vai entender... Mas, pelamordedeus, não chame um cabo de corda. Soa muuuuuito mal. Pior que esses erro tudo.
Obs.: os erros gramaticais dos outros itens não são propositais ;)

E mais uma: não se ata um cabo. Os cabos são amarrados.

Por que V. quer aprender a dar nós?

Opção 1 - Você "não é do ramo" e quer dar uma boa impressão quando for velejar no barco de um amigo: aprenda o Lais de Guia e a Volta Falida (nos desenhos abaixo chamada de "nó em 8").

O Lais de guia é o nó mais utilizado em um veleiro. A Volta Falida serve para amarrar o barco ao trapiche, ou mais especificamente, para fixar a amarra (cabo) ao cunho ("aquela peça" sobre o convés - veja o desenho).

Opção 2 - Passatempo: comece pela falcaça. É um trabalho de comandante meticuloso, pra não dizer chato. Leva-se um certo tempo para deixá-la bem parelha.

A extremidade dos cabos tende a desfiar. A falcaça é a maneira mais nobre de evitar o problema. Mais tradicional ou chique.

Mas há outras maneiras: se o cabo for de nylon (qq material sintético), coloca-se sobre o fogo (isqueiro ou fogão). Se V. não tiver paciência de ficar mantendo-o um pouco longe do fogo, vai ficar preto na ponta. Pode-se também empapar a extremidade de um cabo de nylon com álcool e tocar fogo.

E pode-se também simplesmente enrolar um esparadrapo na ponta do cabo. Ou enrolar um esparadrapo largo, bem esticado, e cortar um pedaço (1cm) do cabo fora, deixando a ponta "bem reta".

E tem ainda o tal do shrinkable. É um tubo (mangueirinha) de plástico flexível, de parede bem fina, termocontrátil. Como se fosse uma capa de revestimento plástico. Enfia-se a ponta do cabo em um pedaço desta capa e esquenta-se com um isqueiro até que ela se encolha (to shrink = encolher).
Encontra-se isso nas lojas de material elétrico/eletrônico (usado p/formar feixes de fios). É muito prático mas não é tão tradicional como uma falcaça.

É preciso gastar um tempo pra fazer a falcaça bem feita. Mas fica bem bonito. A falcaça deve ser feita com um cabinho (ou cordão) de diâmetro muito menor do que o cabo a falcaçar.

Opção 3 - Você pretende ser velejador. Siga a opção 1 e aprenda também o Nó Direito (para emenda de cabos de igual diâmetro - é o nó mais básico), a Volta do Fiel (para fixar a amarra a um poste, mas prefiro o Lais de Guia), o Nó de Escota (p/emendar cabos de bitolas diferentes), o Nó de Correr (aí abaixo chamado Movediço), a Volta do Fiador (conhecido também por Nó 8, serve para fazer volume na ponta do cabo e assim não deixá-lo escapar por um moitão, p. ex.).

E quanto ao resto dos nós que mostramos aí abaixo?
Esqueça!...
Estão aí só pra quem olhar de relance achar que o popa.com.br tem bastaaaaaaaante nós, como se imagina que um site náutico deva ter.
Talvez haja mais um pra aprender bem: nó do sapato (tênis): já vi gente tropicando no convés pela falta de um nó decente no tênis.

Aprendizado e Teste
Na fase de aprendizado tenha sempre um cabinho no bolso. Quando puder, treine. Treine por várias semanas para ficar bem gravado, mesmo que tenha aprendido todos logo no primeiro dia.

Use um cabinho de meio-metro, com uns 3 ou 4mm de diâmetro. Depois é bom treinar com um de 8 ou 10mm também.

Para saber se Você já aprendeu, de verdade, faça o nó de olhos fechados, depois de 1 mês sem dar nó algum, enquanto presta atenção em outra coisa.

Quando um nó é necessário, via de regra tem que ser feito rapidamente, enquanto V. pensa em outra coisa. Muitas vezes Você estará mal acomodado, dependurado, com o barco balançando, à noite...

É bom testar em situações "menos confortáveis", como se imaginando sua filha adolescente lhe dizendo que vai morar no exterior já a partir do mês que vem. Se não conseguir, insista. Com o nó. Quanto à sua filha, pode desistir de negar, já "de cara".

E mais um detalhe: treine os nós como se estivesse utilizando-os em um barco: o Lais de Guia p.ex., deve ser treinado amarrando-se um cabo ao pé de uma cadeira, como se fosse um poste no trapiche, ou passando o cabo através de uma argola, como se ela fosse o ilhoz de uma vela.

Não se esqueça de aprender a desfazer os nós também. E rapidamente.

Boa sorte!




E tem ainda o nó de caminhoneiro, em duas versões. É mais do que um nó, talvez uma amarra.
Na versão em P&B, o passo B é mais simples de fazer, de início, mas difícil de desmanchar. Na versão em laranja, a alça simples que substitui o nó do passo B em P&B, se desmancha sozinha.

O truque destes nós é a multiplicação da força aplicada pelo princípio das roldanas móveis (coisa que aprendemos no Segundo Grau). Funciona como a talha usada em oficinas para levantar motores.

Cada volta pelo olhal e seio do cabo (em D aí acima) multiplica a força aplicada por dois (2,4,8,16...). Mas tem um detalhe: na talha existem roldanas para eliminar o atrito. Dependendo do tipo de cabo utilizado, as múltiplas voltas no nó geram tanto atrito contra o olhal e o seio que com mais de duas pode ser impraticável tracionar.

Uma grande aplicação do nó de caminhoneiro é para puxar algo muito pesado para a força disponível. Se houver um ponto de apoio, use este nó para multiplicar a força. Imagine retirar d'água carreta & barco em uma rampa quando o carro não consegue puxar (fica patinando). Um nó desses dividirá o peso da carga a tracionar por dois.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.popa.com.br - por Danilo Chagas Ribeiro

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Receita de Repelente Caseiro / Recette anti-moustiques

Foto acima Cravo da India

Ingredientes:

1/2 litro de álcool:
1 pacote de cravo da Índia (10 gramas):
1 vidro de óleo corporal (pode ser de amêndoas, aloe vera, erva doce, etc)

Preparação:

Deixe o cravo curtindo no álcool por 4 dias agitando, de manhã e a tarde. depois coloque o óleo corporal.

Passe só um pouco no braço e pernas.

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Ingrédients:


1 / 2 litre d'alcool:
Un pack de clous de girofle (10 grammes):
1 bouteille de huile pour le corps (peut être d'amande, l'aloe vera, de fenouil, etc)

Préparation:

Que l'alcool goujon jouir pendant 4 jours en remuant, matin et après-midi. puis mettre l'huile corps.

Passez un peu dans les bras et les jambes.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: lunallena.spaceblog.com.br

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quarta-feira, 28 de março de 2012

Iniciador de Fogo Fire Starter - Azteq


Video acima do Canal mlvideos0172

  • Características do Produto
    • Fire Starter - Azteq
    • - APRESENTAÇÃO DO PRODUTO: O Fire Starter da Azteq é um iniciador de fogo manual que produz uma centelha, que inicia o fogo apenas pressionando a barra de composto de magnésio contra uma superfície áspera. É indicado para camping, sobrevivência em selva, pesca e lazer. Uma ótima vantagem do Fire Starter é a capacidade de funcionar mesmo úmido. Assim sendo, basta apenas juntar as folhas secas e acender a fogueira. Pode ser usado para churrasco na produção do fogo.
    • - Design: Bastão.
    • - Material:
    • - - princípio ativo: composto de magnésio;
    • - - cápsula: Plástico.
    • - Função: produzir centelha de fogo para iniciar fogo.
    • - Uso: fazer fogueiras, acender churrasqueira.
  • - Indicada para: camping, sobrevivência em selva, pesca, lazer em geral.
  • Dados Técnicos
    • - Peso aprox. do produto: 75 gramas.
    • - Peso aprox. com embalagem: 80 gramas.
    • - Dimensões aprox. do produto (L x A x P): 12 x 03 x 03 cm.
    • - Dimensões aprox. com embalagem (L x A x P): 12 x 03 x 04 cm.


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Texto,Video e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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Iniciador de Fogo - Coleman

  • Características do Produto
    • Iniciador de Fogo - Coleman
    • - APRESENTAÇÃO DO PRODUTO: com o iniciador de fogo Coleman você estará preparado para varias situações, sejam elas dentro de sua casa ou fora. Através do atrito entre as partes de aço e magnésio é possível iniciar o fogo com muita facilidade. O iniciador também é à prova d''água.
    • - Material: aço e magnésio.
    • - Função: iniciar fogo através do atrito entre as partes.
    • - Indicada para: uso domiciliar.
    • - CONTEÚDO DA EMBALAGEM:
    • 01 Par de aço e magnésio.
  • Dados Técnicos
    • - Peso aprox. do produto: 30 gramas.
    • - Peso aprox. com embalagem: 60 gramas.
    • - Dimensões aprox. com embalagem (L x A x P): 11 x 1 x 18 cm.


Video acima do Canal de LojaPapaSiri


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Video - Reprodução

Fonte: Web

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Via Láctea tem bilhões de planetas teoricamente habitáveis, diz estudo

'Superterras' lembram a Terra em composição, tamanho e temperatura. Estimativa foi feita pelo Observatório Europeu do Sul.

Um estudo publicado nesta quarta-feira (28) descobriu que a nossa galáxia, a Via Láctea, abriga dezenas de bilhões de “superterras”. “Superterra” é o termo usado pelos astrônomos para definir planetas parecidos com a Terra em composição química – rochosos –, tamanho e distância da estrela que orbita – o que determina a temperatura.

Concepção artística da 'superterra' Gliese 667 Cc (Foto: ESO/L. Calçada)

Pelas características semelhantes, estes planetas são os principais candidatos a abrigar vida fora da Terra, e por isto são um objeto de pesquisa importante na astronomia.

O estudo foi conduzido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), um projeto que conta com participação brasileira. Os dados foram obtidos pelo espectrógrafo Harps, um aparelho colocado dentro de um telescópio, feito especialmente para procurar planetas.

Esta pesquisa foi focada nas anãs vermelhas, um tipo de estrela brilhante e menor que o nosso Sol que constitui cerca de 80% de todas as estrelas da Via Láctea.

Os cientistas concluíram que cerca de 40% das estrelas deste tipo têm “superterras” em seu redor. Como há cerca de 160 bilhões de anãs vermelhas na Via Láctea, o estudo estima que haja dezenas de bilhões de planetas teoricamente habitáveis na galáxia.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: g1.globo.com/ciencia-e-saude

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terça-feira, 27 de março de 2012

Dog tag

Um dog tag é o nome informal para as plaquetas de identificação usadas por militares, por causa de sua semelhança com coleiras de cachorro (do inglês, dog tags). Tais plaquetas são usadas primariamente para a identificação de falecidos ou feridos e para serem providenciadas as informações médicas básicas para tratamento: num dog tag está contido o tipo sangüíneo e histórico de tratamentos usando substâncias químicas (através de vacinas e afins). Um soldado geralmente possui dois dog tags. No caso de um membro possuir uma condição que requer atenção especial, uma plaqueta vermelha adicional contendo tal informação é colocada junta dos outros dog tags.

Um par de dog tags sem informações envolvida em uma corrente de bolinhas.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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Extrator de veneno Care Plus Venimex

Care Plus® Venimex. O aparelho vem com um estojo protetor plástico e dois bicos: o menor é indicado para picadas de cobras ou para áreas do corpo não-planas (como o joelho) e o maior para picadas de insetos, pesando 140 g o conjunto.

Este extrator pode ser aplicado com apenas uma mão, o que facilita e agiliza o uso. Basta pressionar o bico sobre a área afetada para o mecanismo interno acionar a sucção. O fabricante, recomenda-se mantê-la por 3 a 5 minutos.

Com base em testes de laboratório, o manual do Venimex informa que o equipamento pode ser usado por 100 vezes! Outro ponto positivo é o fato de possuir a marcação CE, que representa a declaração do fabricante de que o produto está conforme as exigências da legislação européia pertinente

Entretanto, além dos cuidados básicos, é um equipamento que pode ser utilizado no caso de acidentes com animais peçonhentos: o extrator de veneno. Como o nome sugere, a função é remover o quanto for possível do veneno inoculado e não elimina a necessidade de atendimento com o soro.

Orientações gerais para atendimento a vítimas de acidentes com animais peçonhentos:

1 - Lave o local da picada, de preferência com água e sabão.
2 - Procure tranqüilizar a vítima. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção do veneno.

3 - Se houver disponibilidade do extrator de veneno, aplique-o conforme orientações do Manual do Equipamento
4 - Não fazer cortes, perfurações, torniquetes, nem colocar outros produtos sobre a lesão (Ex.: fumo, terra, cinza, pó de café, urina, etc.)
5 - Retire anéis, pulseiras ou qualquer outro objeto que possa impedir a circulação do sangue na área afetada
6 - Transporte a vítima o mais rapidamente para um posto de saúde para aplicação do soro antiveneno. Durante o transporte, procure manter o membro afetado mais baixo que a linha cardíaca
7 - Se possível, leve o animal agressor, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico e a escolha do soro mais adequado, mas atenção: mesmo quando mortas, as presas das serpentes continuam sendo um risco de envenenamento

Medidas preventivas gerais

1 - Não ponha a mão em ocos de árvores e tocas
2 - Antes de calçar botas ou sapatos, verifique se não há animais dentro
3 - Mantenha barraca e mochila fechadas
4 - Se for fotografar, mantenha distância dos animais peçonhentos (a foto que ilustra esta postagem foi tirada de dentro do carro)
5 - Use botas

Outras dicas

- Informe-se com antecedência sobre as unidades de saúde mais próximas da região na qual serão realizadas as atividades (trilhas, escaladas, etc.). Verifique se os contatos estão atualizados e se há disponibilidade de atendimento a acidentes com animais peçonhentos. Anote os contatos e leve-os consigo


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: /aventuramango.blogspot.com.br

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Purificador Microbiológico de Água Portátil LifeStraw

O LifeStraw funciona como um canudo, com um poderoso processo de filtragem que elimina 99,9999% de bactérias e vírus, garantindo proteção total contra microorganismos causadores de diarréia, disenteria, tifóide e cólera, além de Salmonela e outras bactérias causadores de doenças.

Com o Lifestraw, você pode beber água de qualquer rio, riacho, lago, bica, poça de água, entre outros, sem preocupação. Mesmo que a água seja barrenta, extremamente suja (como a do rio absolutamente poluído), é só utilizar o LifeStraw e você estará salvo da sede e seguro contra doenças.

Características do Produto:

  • Oferece fácil acesso à água potável segura longe de casa.
  • Filtra no mínimo de 700 litros de água.
  • Mata e remove 99,999% das bactérias da água.
  • Mata e remove 99% dos vírus da água.
  • Remove partículas até 15 microns.
  • Não necessita de energia elétrica ou de peças sobressalentes para a vida útil do filtro.
  • Fácil de distribuir em massa, em áreas onde a água potável está contaminada.
  • Fácil de transportar, cabe no bolso da mochila.

Indicado para:

Viajantes (mochileiros, cicloturistas, mototuristas, entre outros), que irão passar por países e regiões onde a qualidade da água é duvidosa;

Esportistas (trekkers, montanhistas, canoistas, moutainbikers, campistas, entre outros), que terão difícil acesso a água potável;

Moradores de regiões afastadas do Brasil, onde não chega água potável de qualidade.

O LifeStraw filtra 700 litros de água, que, por exemplo, serve para o consumo de 01 litro de água por dia durante 02 anos. Para quem vai consumir somente em aventuras e viagens e não alcancará o limite em litros de água, recomenda-se a troca do produto após 3 anos do primeiro uso.

Especificações técnicas:

Composição: A parte externa do produto é feita de poliestireno de alto impacto. Contém corda para pendurar em volta do pescoço.

Ingrediente Ativo: Resina Halogenada ativa os ingredientes ativos dentro do filtro para matar agentes patogênicos. Carbono granular ativado (impregnado de prata) absorve ativo residual de halogênio.
Eficácia / Eficiência contra bactérias e viroses transmissíveis pela água comprovado em testes em laboratórios internacionais.

Segurança: Níveis residuais de prata: abaixo do valor estipulado pela Organização Mundial da Saúde e da US EPA MCL de 100 ppb. Níveis residuais do iodo: não existentes/dentro dos limites estipulados pela Organização Mundial da Saúde.
  • Capacidade mínimo de 700 litros.
  • Filtros 2 estágios de filtração de partículas.
  • Filtros de partículas de 125 microns até 15 microns.
  • Tamanho 31cm de comprimento e 2.9cm de diâmetro.
  • Peso 140 gramas (seco)
  • Peso 160 gramas (úmido)
  • Prazo de validade 3 anos quando armazenados na sombra e exposto a uma temperatura de no máximo 30ºC.

**ATENÇÃO**
O LifeStraw NÃO pode ser utilizado em água do Mar (água salgada), pois ele NÃO é um desalinizador.

Vantagens

- É leve (95 g) e ocupa um espaço pequeno (25 cm de comprimento, por 3 cm de diâmetro), tornando fácil carregá-lo em todas as trilhas
- Não requer manutenção (basta soprar após o uso, para evitar entupimentos) nem uso de eletricidade
- Útil em águas barrentas, onde o uso de pastilhas de cloro tem sua eficácia reduzida
- Permite o consumo imediato de água potável
- Pode ser usado em água salina, embora isso reduza sua vida útil
- Baixo custo (pelo menos lá fora)

Limitações

- Não filtra metais pesados
- Deixa um pequeno retrogosto de iodo. Seu interior possui resina impregnada com iodo e carvão ativado, que ajuda a remover o gosto de iodo, mas sempre fica um pouquinho, principalmente no início do uso, razão pela qual se recomenda cuspir fora os primeiros 200 ml
- Na versão personal, não possibilita armazenar água potável

As vantagens compensam de longe as limitações e o filtro passou a ser um equipamento padrão em muitas trilhas

Video acima do Canal de giutoniolo

Life Straw - Agua Filtrada e Tratada na Hora - Review e teste

Para saber mais:


http://www.lifestraw.com.br
http://purificador.lifestraw.com.br
http://www.vestergaard-frandsen.com/lifestraw


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Oração do Guerreiro de Selva

Senhor, Tu que ordenaste ao guerreiro da selva: Sobrepujai todos os vossos oponentes! Dai-nos hoje da floresta: A sobriedade para persistir, A paciência para emboscar, A perseverança para sobreviver, A astúcia para dissimular, A fé para resistir e vencer, E dai-nos também Senhor, A esperança e a certeza do retorno. Mas, se defendendo esta brasileira Amazônia, Tivermos que perecer, ó Deus! Que o façamos com dignidade E mereçamos a vitória! SELVA!


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Video - Reprodução

Fonte: Web

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Serrote de podar articulado

Serrote de podar articulado, 180 mm - Husqvarna

Serrote de poda tipo canivete dobrável - TRAMONTINA


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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terça-feira, 20 de março de 2012

Caça de Subsistência no baixo Tapajós

Barco regional às margens do Rio Tapajós, na Floresta Nacional do Tapajós, próximo a foz do Amazonas, em Santarém, nos preparativos para proteção da tempestade de verão que se aproxima.

O relato a seguir foi obtido em maio de 2000, com um ex-caçador de subsistência, atual morador da Comunidade de Jauarituba, antigo morador da Comunidade de Muratuba, atualmente incorporada à Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.

Antônio de Oliveira, 62 anos, conhecido por Mucura, na foto com duas netinhas, foi caçador por 15 anos, prática abandonada a pedido da mãe depois de ter sido picado por uma cobra surucucu, que o benzeu e curou, passando a viver só da pesca. Quando caçador, alimentava a família constituída da esposa e três dos seis filhos que teve (cinco mulheres e um homem).

De fala mansa e aparentando não ter pressa nenhuma, Mucura tem um arsenal de causos e histórias que se mesclam num verdadeiro painel da vida cabocla, onde a fronteira entre a verdade e a invenção é um mero detalhe.

Caça Comunitária, de subsistência

A caça comunitária é prática regular nas comunidades amazônicas e, em geral, é praticada por dois ou três caçadores, no máximo cinco. Pode acontecer de o caçador ir à caça sozinho. As caçadas, duas por semana, duram em média um dia ou uma noite, mas em certas ocasiões duram a semana inteira, de segunda a sábado.

Independentemente do número de participantes, a caça sempre é repartida entre parentes, amigos e vizinhos em porções chamadas de putaua, que corresponde a três ou quatro quilos de caça, suficientes para provisionar por um dia uma família de seis a oito pessoas ou para um bom assado com amigos.

Tipos de caçada

A caçada em geral é feita à noite e de “espera”, em rede armada em galhos de árvores, com altura adequada ao tipo da caça: a partir de dois metros do solo (paca, tatu) e podendo atingir até dez metros, para animais de faro apurado (anta, veado). Outras vezes, a caçada é feita durante o dia, na trilha dos animais ou com cachorros farejadores.

Quando a caçada é feita na época das chuvas (“inverno”) ou se vai durar alguns dias, os caçadores preparam um abrigo chamado tapiri, coberto com palha de palmeira curuá ou inajá.

A tralha

A arma usada, em geral, é a cartucheira calibre 20, mortal a 20 ou 30 metros, com cartuchos normalmente recarregados pelo próprio caçador com bagos de chumbo de tamanho proporcional ao porte da caça. Dependendo do tempo que se vai passar caçando, fazem parte da tralha a faca e/ou facão (terçado), o suqui (sacola de pano amarrada no ombro à moda bandoleira), fósforos, lanterna, sal, pimenta, limão, rede e mosquiteiro.

A bóia

Antes de caçar, em geral a bóia é fraca. O caçador leva farinha, com a qual, misturada com água que obtém em igarapés ou cipós na mata, prepara o chibé. Este tem uma versão “luxo” com adição de sal, pimenta e limão, chamada de cação. Após caçar, o caçador prepara o salmorado, que consiste em salgar a carne em peças para conservar.

Após a salga no paneiro (cesto de tala de palmeira de trançado largo, geralmente forrado de folhas, usado para carregar mercadorias - farinha, frutas, etc., também considerado como padrão de medida) a peça de carne é enrolada com folhas (caponga, caxirica ou cacauda-mata) e em seguida é enterrada para evitar moscas-varejeiras.

Outra forma de conservar a carne da caça é fazendo um muquiado, que consiste em assar a carne, depois de limpa, por duas ou três horas, no muquém (espeto) ao calor de brasas (o fogo é feito ao lado e brasas são arrastadas para debaixo do muquém).

A carne não consumida pode ser guardada por até uma semana desde que seja aquecida todo dia, caso contrário apodrece.

Caça, trabalho pesado

Conta Mucura que, certa vez, ele e o cunhado, com a ajuda de quatro cachorros, abateram oito caititus. As carcaças, depois de limpas da barrigada, foram carregadas para casa numa distância de mais de oito quilômetros, em caminhada de quase seis horas. As cargas, pesando uns 80 quilos por homem, foram carregadas no cipoapara, espécie de amarrado de cipós que se apóia na cabeça e nas costas.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.ecobrasil.org.br/

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segunda-feira, 19 de março de 2012

Faca de Pescoço - Neck Knife

Exemplos mostrado acima: Linha Top Da esquerda para a direita: Âmbar, Azul Turquesa, Coral, Poly Pérola / Damasco, Girafa Bone, Azurita, Red Spiny Oyster, Rodonita, Malaquita, Lavender russo, Jasper, marfim de mamute, osso Girafa, Jade Middle Row: Onyx, Branco Turquesa, Coral, Amber Speckled Linha de fundo: Azul Turquesa, Red Spiny Oyster, marfim de mamute, Poly Pérola NOTA: Os primeiros 5 facas mostradas acima são necker tamanho MÉDIO, enquanto o resto são neckers de pequeno porte.

Kabar Neck Knife

Tiger Knapp da Blind Horse Knives

Tiger Knapp da Blind Horse Knives


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Videos e Fotos - Reprodução

Fonte: Web

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