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terça-feira, 8 de outubro de 2013

Panacéia

Veja para que serve Panacéia

Panacéia (Solanum cernuum)

AÇÃO E INDICAÇÃO:

Diurético. Para cólicas renais, calculose.

FORMAS UTILIZADAS:

- Chá (rasura)

- Tintura (líquido)

 

Panacéia

(Solanum cernuum)
É muito comum as pessoas nos procurarem dizendo: "Você conhece tal planta? Ela é tão boa que serve para tudo". Calmamente nós dizemos: "Veja bem, não é bem assim! Ela até pode ser boa para muitas doenças, mas não podemos dizer que ela é boa para tudo (até existe uma planta com este nome "paratudo"). Se ela fosse realmente boa para todas as doenças, não precisaríamos das outras, não é verdade?" Mas a população é assim mesmo. Ao mesmo tempo em que é detento-ra de uma sabedoria infinita, às vezes meio que exagera um pouco, e aí é necessário o bom senso para saber até onde podemos acreditar em suas afirmações. Na área farmacêutica também existem situações em que se diz que o fitoterápico "serve para tudo": o termo é Panacéia. Sendo assim, tecnicamente panacéia é aquele fitoterápico que teoricamente serve para uma infinidade de doenças.
Esclarecido o termo técnico panacéia, vamos agora falar da planta de nome panacéia, a Solanum cernuum e, provavelmente, ela possui este nome devido à grande amplitude de aplicações que possui. Planta arbustiva, medindo cerca de 2 a 3 metros, com caule extremamente piloso, com flores que saem de pequenas cimeiras, com muitos pelos, parecendo uma patinha do bicho preguiça e é por isto que também é conhecida como braço-de-preguiça. Suas folhas são de um verde escuro intenso e brilhante e no verso do limbo apresenta um verde bem claro, com a presença de muitos pelos. Seu aroma é muito intenso na hora de preparar o chá e muitas pessoas acabam desistindo do tratamento, reclamando do seu sabor, mas elas não sabem o que estão perdendo.
Mas afinal de contas em que situações podemos empregar a panacéia? Basicamente as pessoas a utilizam para problemas renais. Possui ação diurética, é muito indicada para pedras nos rins e até mesmo infecção urinária. Como apresenta uma ação depurativa, pode ser empregada para uma série de doenças, como úlceras cutâneas, doenças de pele, urticária e eczemas. Antigamente também era muito utilizada em doenças venérias e até mesmo no tratamento da gonorréia. Ainda hoje é empregada para reumatismo, distúrbios uterinos, como calmante para pessoas com problemas de coração. Também possui ação para desobstruir o fígado, facilitando os processos digestivos, além de possuir ação hemostática. Acredito que devido a tantas ações é que as pessoas acabam dizendo que serve para tudo (panacéia). Antigamente pegavam suas folhas, davam uma leve tostada no forno a lenha e preparavam um chá que diziam que era muito saboroso. Prova-velmente pelo fato de ser aquecida, seus óleos se evaporavam e o sabor do chá ficava bem melhor. Mas o que importa é que podemos nos beneficiar muito das qualidades desta planta que é nativa do Brasil e encontrada principalmente na região sudeste e sul.
Quem tiver um espaço em seu jardim ou no fundo do quintal pense em plantar uma mudinha de panacéia que ficará um arbusto bonito e útil para os residentes e a vizinhança.

Fonte: www.oficinadeervas.com.br/


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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Hortelã - Plantas Medicinais

Nome popular: Hortelã, Hortelã-rasteira

Nome científico: Mentha x villosa

Família:Labiatae (Lamiaceae)

Origem: Europa.

Propriedades: espasmolítica (reduz contrações musculares involuntárias), antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local.

Características: Erva perene, de 30 a 40 cm de altura, com folhas que possuem aroma forte e característico. Tem grande importância medicinal e social, por sua alçao contra microparasitas intestinais, recentemente descoberta. Há muitas espécies de hortelã parecidas, dificultando a escolha da planta certa para fins medicinais, exigindo a obtenção das mudas em locais de confiança.

Desde a mais remota antiguidade, essa e outras plantas são utilizadas como condimento em massas e carnes, bem como para fins medicinais.

Parte usada: Folhas

Usos: A literatura etnofarmacológica registra como suas propriedades as ações: espamolítica, antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local.

Forma de uso / dosagem indicada: O tratamento contra ameba e giárdia pode ser feito com o pó das folhas em 3 doses diárias por 5 dias consecutivos.

O pó pode ser preparado a partir das folhas que são colhidas e postas a secar a sombra, em ambiente ventilado, ou na estufa do fogão ou no forno quente, porém apagado, até que fiquem bem secas e facilmente trituráveis. Crianças de cinco a treze anos devem tomar ¼ de colher (de café). Adolescentes e adultos podem tomar ½ colher (de café). O tratamento deve ser repetido após 10 dias, devendo-se observar durante e após ele, os cuidados de higiene pessoal e familiar.

Cultivo: No plantio inicial as plantas de desenvolvem bem em solos ricos em húmus e umidade. Pode ser multiplicada através de estaquia.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.

Repelente Natural

repelente de mosquitos, ratos e pulgões.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.cultivando.com.br

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Alho - Plantas Medicinais

Nome popular: Alho.

Nome científico: Allium sativum L.

Família: Liliaceae.

Origem: Europa.

Propriedades: Digestivo, vermífugo, antigripal, antiinfeccioso.

Características: Erva bulbosa, perene, com cheiro forte e característico. Largamente utilizado em todo o mundo na culinária.

Parte usada: Bulbo.

Usos: O alho vem sendo usado na medicina tradicional desde a mais remota antiguidade, para evitar ou curar numerosos males, desde perturbações do aparelho digestivo, verminoses e parasitoses intestinais, edema, gripe, trombose, arteriosclerose, até infecções da pele e das mucosas. Seus compostos desejáveis se degradam mais lentamente em meios ácidos, o que explica seu melhor efeito quando associado a sucos de frutas ácidas, como o limão.
Numerosas pesquisas farmacológicas têm mostrado a existência no alho de propriedades antitrombótica, antifúngica, antibacteriana, antioxidante, hipotensora, hepatoprotetora, cardioprotetora, hipoglicemiante, antitumoral no caso de câncer de cólon. Também tem registrado atividades analgésica nos casos de neuralgias e antiviral, contra herpes simples do tipo 1 e 2.

Alguns estudos têm mostrado também propriedades hipolipemiante no controle dos níveis de colesterol e triglicérides, assim como na inibição da agregação plaquetária, mostrando uma provável proteção contra trombose coronariana ou devida a arterioesclerose.

Forma de uso / dosagem indicada: Pode ser consumido na forma de macerado, pó, chá, xarope e tintura, ou mesmo por ingestão dos dentes recentemente cortados.

Cultivo: Pode ser reproduzido através da divisão do bulbo, ou seja, pelo enterrio do bulbo.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.cultivando.com.br

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terça-feira, 3 de abril de 2012

Quebra-pedra - Plantas Medicinais

Nome popular: Quebra-pedra, Arrebenta-pedra, Erva-pomba, Quebra-pedra-branco

Nome científico: Phyllanthus niruri L.

Família: Euphorbiaceae

Origem: Região tropical.

Propriedades: Diurética (faz urinar), aperiente (abre o apetite), analgésica, relaxante muscular, anti-infecciosa.

Características: Erva ruderal, anual, de 40 a 80 cm de altura, que possui flores e frutos diminutos nas axilas da folhas. Cresce principalmente na estação chuvosa em todo tipo de solo, sendo comum aparecer nas fendas das calçadas, terrenos baldios, quintais e jardins, em todos os estados brasileiros. O nome quebra-pedra se refere a várias outras espécies semelhantes do mesmo gênero.

Parte usada: Toda a planta.

Usos: Seu uso em medicina popular é referido de longa data na literatura etnofarmacológica, de forma unânime como remédio para os rins, a fim de eliminar pedras dos rins e para urinar mais.

Estudos demonstram que sua administração promove relaxamento dos ureteres, que aliado a uma ação analgésica, facilita a descida dos cálculos, geralmente sem dor nem sangramento, aumentando também a filtração glomerular e a excreção de ácido úrico. Esses resultados justificam seu suo popular para tratamento das pedras nos rins (litíase renal) e, provavelmente, no reumatismo gotoso e outras afecções caracterizadas por taxas elevadas de ácido úrico.

Não se sabe se a atividade da planta resulta de um único princípio ativo ou do conjunto de várias substâncias ativas (complexo fitoterápico).

Forma de uso / dosagem indicada: Prepara-se o chá por fervura durante 10 minutos, de 30 a 40 g da planta fresca, ou 10 a 20 g da planta seca para 1 litro de água. O cozimento (decocto) filtrado pode ser conservado em geladeira até o dia seguinte. Toma-se uma xícara de cada vez, 3 vezes ao dia.

Observação: Devido ao potencial tóxico dos alcalóides, não devemos ultrapassar as dosagens recomendadas. É conveniente, no uso prolongado, interrompermos por uma semana o uso do chá a cada 3 semanas.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


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Fonte: www.cultivando.com.br

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Marcela-do-campo - Plantas Medicinais

Nome popular: Marcela-do-campo, Macela.

Nome científico: Achyrocline satureioides (Lam.) DC

Família: Compositae.

Origem: Sul e Sudeste do Brasil.

Propriedades: Antiinflamatório, antiespasmódico (reduz contrações musculares involuntárias) e analgésico, sedativa e emenagoga.

Características: Herbácea perene, de 60 a 120 cm de altura. Cresce espontaneamente em pastagens e beira de estradas, sendo considerada pelos agricultores como uma planta daninha. Suas inflorescências (flores) secas são utilizadas em muitas regiões para o preenchimento de travesseiros e acolchoados. É na medicina caseira, entretanto, em que seu uso é maior, tanto no Brasil como em outros países da América do Sul.

Parte usada: Planta toda.

Usos: Em experiências com animais têm sido comprovada suas propriedades analgésica, antiinflamatória, relaxante muscular externo e interno (músculos gastrointestinais), sem nenhum efeito tóxico colateral. Estudos in vitro no Japão mostraram que extratos das flores desta planta inibiram em 67% o desenvolvimento de células cancerosas. Pesquisadores americanos demonstraram propriedades antiviróticas do extrato aquoso quente de suas flores contra células T-Linfoblastóides infectadas com o vírus HIV.

Forma de uso / dosagem indicada: O chá de suas flores e ramos secos na proporção de 5 gramas por litro de água fervente, é usado no Brasil no tratamento de problemas gástricos, epilepsia e cólicas de origem nervosa. Também é empregada como antiinflamatório, antiespasmódico (reduz contrações musculares involuntárias) e analgésico, para diarréia e disenteria, como sedativa e emenagoga.

Contra diarréias, disenterias e como digestivo (estomacal, hepático e intestinal) é recomendada na forma de chá, preparado adicionando-se água fervente em 1 xícara (de chá) contendo 1 colher (de chá) de inflorescência picada, na dose de 1 xícara em jejum, meia hora antes das principais refeições. Em uso externo contra nevralgias, cólicas (intestinais e renais), menstruações dolorosas, dores articulares e musculares, é recomendada na forma de cataplasma e de banho por imersão, preparados com 5 colheres (de sopa) da planta inteira picada em 1 litro de água fervente.

Na Argentina, a infusão de 20 gramas de flores por litro de água quente é ingerida para ajudar na regulação do ciclo menstrual e para o tratamento da asma. No Uruguai o seu chá possui a mesma aplicação, além do emprego para problemas estomacais, digestivos e gastrointestinais, como emenagoga, sedativa e antiespasmódica (reduz contrações musculares involuntárias).

Cultivo: É multiplicada exclusivamente por sementes.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


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Fonte: www.cultivando.com.br

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Guaco - Plantas Medicinais

Nome popular: Guaco, Guaco-trepador

Nome científico: Mikania glomerata Spreng.

Família: Compositae (Asteraceae).

Origem: Sul do Brasil.

Propriedades: Ação tônica (restaura energia), depurativa (eliminação de toxinas do sangue), febrífuga (combate a febre) e peitoral, estimulante do apetite e antigripal

Características: Trepadeira sub-lenhosa, de grande porte, perene. Apesar de ser nativa da região sul do Brasil, seu uso medicinal tem feito com que seja cultivada em vários estados, inclusive na região nordeste, onde em muitos locais a planta não chega a florescer.

Parte usada: Folhas.

Usos: Na região sul ela vem sendo muito usada na medicina popular há séculos, atribuindo-se às folhas as propriedades: ação tônica (restaura energia), depurativa (eliminação de toxinas do sangue), febrífuga (combate a febre) e peitoral, estimulante do apetite e antigripal.

As informações etnofarmacológicas citam o uso de seu cozimento (decocto) em gargarejo e bochecho nos casos de inflamações na boca e na garganta e a aplicação local da tintura, em fricções ou em compressas nas partes afetadas por traumatismos, nevralgias, prurido (coceira) e dores reumáticas. A única dessas propriedades que foi confirmada por estudos científicos foi sua ação sobre as vias respiratórias, justificadas pelo seu efeito broncodilatador, antissígeno, expectorante (expulsão do muco) e antiedematogênico (evita formação de edemas). Sendo assim, seu uso é permitido nesses casos nos programas de saúde pública e na prática caseira da medicina popular devidamente orientada.

Forma de uso / dosagem indicada: Para o tratamento caseiro da tosse, bronquite e das crises de asma, pode-se fazer uso do xarope, preparado cozinhando-se suas folhas bem picadas na proporção de uma parte para dez partes de água e mantendo-se a fervura até o aparecimento do cheiro da cumarina (composto presente na planta). Junta-se então um punhado de hortelã ou malvariço e deixa-se corar. Em seguida, basta juntar a mesma quantidade de açúcar ou um pouco mais e ferver novamente, até sua completa dissolução. O xarope pode ser guardado por até 15 dias em frasco fechado. Toma-se 1 colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia.

Outras formas de uso são o chá por infusão e a tintura. O chá é preparado juntando-se água fervente a quatro a seis folhas cortadas em pedaços pequenos em uma xícara (de chá), do qual toma-se uma xícara, 2 a 3 vezes ao dia. A tintura pode ser feita deixando-se em infusão 100 gramas das folhas trituradas em 300ml de álcool a 70°GL para ser usada externamente, depois de filtrada em fricções ou compressas locais.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


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Fonte: www.cultivando.com.br

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domingo, 1 de abril de 2012

Babosa; Aloe - Plantas Medicinais

Nome popular: Babosa, Aloe

Nome científico: Aloe vera (L.) Burm. f.

Família: Liliaceae.

Origem: África.

Propriedades: Cicatrizante, antimicrobiana, emoliente (hidratante da pele).

Características: Planta herbácea suculenta, de até 1 metro de altura. Quando cortadas deixam escorrer um suco viscoso, amarelado, e muito amargo. Além de ser cultivada para fins medicinais, cosméticos e ornamentais, cresce também de forma espontânea em toda a região nordeste brasileira. Outras espécies desse gênero são igualmente cultivadas para os mesmos finas, das quais as mais importantes são: A. arborescens Mill. e Aloe ferox Mill.

Parte usada: Folhas.

Usos: Esta é uma das plantas de uso tradicional mais antigo que se conhece, inclusive pelos judeus que costumavam envolver os mortos em lençol embebido no sumo de aloe, para retardar a putrefação e extrato de mirra, para encobrir o cheiro da morte, como ocorreu com Jesus Cristo ao ser retirado da cruz. Na medicina popular ocidental seu uso mais comum é no tratamento dos cabelos.

O líquido da planta possui atividade fortemente cicatrizante que é devida ao polissacarídeo e uma boa ação antimicrobiana sobre bactérias e fungos, resultante do complexo fitoterápico (conjunto de substâncias).

Forma de uso / dosagem indicada: É indicada como cicatrizante nos casos de queimaduras e ferimentos superficiais da pele, pela aplicação local do sumo fresco, diretamente ou cortando-se uma folha. Depois de bem limpa, de modo a deixar o gel exposto para servir como um delicado pincel.

No caso de hemorróidas são usados pedaços cortados de maneira apropriada, como supositórios. Estes pedaços podem ser facilmente cortados com o auxílio de um aplicador vaginal ou de uma seringa descartável. Nas contusões, entorses e dores reumáticas emprega-se a alcoolatura preparada pela mistura de pequenos pedaços das folhas (50g) com meio litro de uma mistura de álcool e água passada através de um pano. Esta mistura pode ser aplicada na forma de compressas e massagens nas partes doloridas.

Alguns compostos na planta podem ser tóxicos quando ingeridos em grandes quantidades, especialmente em crianças, causando grande retenção de líquidos que pode levar à morte.

Cultivo: Prefere solos arenosos, não exigindo muita água. Pode ser multiplicada por separação dos brotos laterais (filhação).

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


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Fonte: www.cultivando.com.br

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Carqueja - Plantas Medicinais

Nome popular: Carqueja, Carqueja-do-mato, bacanta.

Nome científico: Baccharis trimera (Less.) DC.

Família: Compositae (Asteraceae)

Origem: Sul e sudeste do Brasil.

Propriedades: Hepatoprotetoras, digestivas, anti-úlcera, antiácida, analgésica, e antiinflamatória, hipoglicêmico (reduz glicose no sangue).

Características: Subarbusto perene, de 50 a 80 cm de altura. Com os mesmos nomes populares e com características e propriedades similares são conhecidas as espécies B. articulata e B. uncinella.

A planta é amplamente utilizada na medicina caseira brasileira, sendo utilizada pelos indígenas há séculos para o tratamento de várias doenças.
As diferentes propriedades atribuídas a esta planta na medicina tradicional vem sendo estudadas e algumas já validadas pelos resultados positivos obtidos.

Parte usada: Folhas e hastes.

Usos: Tem sido empregada principalmente a problemas hepáticos (removendo obstruções da vesícula e fígado) e contra disfunções estomacais (melhorando a digestão) e intestinais (como vermífugo). Algumas publicações populares a recomendam ainda para o tratamento de úlcera, diabetes, malária, anginas, anemia, diarréias, infla,ações da garganta, vermes, etc.

Estudos comprovaram sua eficácia em suas propriedades hepatoprotetoras, digestivas, anti-úlcera, anti-ácida, analgésica, antiinflamatória, e hipoglicêmico (reduzindo o teor de açúcares no sangue).

Forma de uso / dosagem indicada: É recomendada para afecções estomacais, hepáticas e intestinais, na forma de infusão, preparado adicionando-se água fervente a uma xícara (de chá) contendo 1 colher (de sopa) de suas hastes e folhas picadas, na dose de 1 xícara (chá) 3 vezes ao dia, 30 minutos antes das refeições.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.


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Fonte: www.cultivando.com.br/

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