Veja para que serve Panacéia
Panacéia (Solanum cernuum)
AÇÃO E INDICAÇÃO:
Diurético. Para cólicas renais, calculose.
FORMAS UTILIZADAS:
- Chá (rasura)
- Tintura (líquido)
Panacéia
Fonte: www.oficinadeervas.com.br/
Diurético. Para cólicas renais, calculose.
- Chá (rasura)
- Tintura (líquido)
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Nome popular: Hortelã, Hortelã-rasteira Nome científico: Mentha x villosa Família:Labiatae (Lamiaceae) Origem: Europa. Propriedades: espasmolítica (reduz contrações musculares involuntárias), antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local. Características: Erva perene, de 30 a 40 cm de altura, com folhas que possuem aroma forte e característico. Tem grande importância medicinal e social, por sua alçao contra microparasitas intestinais, recentemente descoberta. Há muitas espécies de hortelã parecidas, dificultando a escolha da planta certa para fins medicinais, exigindo a obtenção das mudas em locais de confiança. Parte usada: Folhas Usos: A literatura etnofarmacológica registra como suas propriedades as ações: espamolítica, antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local. Forma de uso / dosagem indicada: O tratamento contra ameba e giárdia pode ser feito com o pó das folhas em 3 doses diárias por 5 dias consecutivos. Cultivo: No plantio inicial as plantas de desenvolvem bem em solos ricos em húmus e umidade. Pode ser multiplicada através de estaquia. Referências bibliográficas: |
repelente de mosquitos, ratos e pulgões.
Texto e Foto - Reprodução
Fonte: www.cultivando.com.br
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Nome popular: Alho. Nome científico: Allium sativum L. Família: Liliaceae. Origem: Europa. Propriedades: Digestivo, vermífugo, antigripal, antiinfeccioso. Características: Erva bulbosa, perene, com cheiro forte e característico. Largamente utilizado em todo o mundo na culinária. Parte usada: Bulbo. Usos: O alho vem sendo usado na medicina tradicional desde a mais remota antiguidade, para evitar ou curar numerosos males, desde perturbações do aparelho digestivo, verminoses e parasitoses intestinais, edema, gripe, trombose, arteriosclerose, até infecções da pele e das mucosas. Seus compostos desejáveis se degradam mais lentamente em meios ácidos, o que explica seu melhor efeito quando associado a sucos de frutas ácidas, como o limão. Forma de uso / dosagem indicada: Pode ser consumido na forma de macerado, pó, chá, xarope e tintura, ou mesmo por ingestão dos dentes recentemente cortados. Cultivo: Pode ser reproduzido através da divisão do bulbo, ou seja, pelo enterrio do bulbo. Referências bibliográficas: |
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Nome popular: Quebra-pedra, Arrebenta-pedra, Erva-pomba, Quebra-pedra-branco Nome científico: Phyllanthus niruri L. Família: Euphorbiaceae Origem: Região tropical. Propriedades: Diurética (faz urinar), aperiente (abre o apetite), analgésica, relaxante muscular, anti-infecciosa. Características: Erva ruderal, anual, de 40 a 80 cm de altura, que possui flores e frutos diminutos nas axilas da folhas. Cresce principalmente na estação chuvosa em todo tipo de solo, sendo comum aparecer nas fendas das calçadas, terrenos baldios, quintais e jardins, em todos os estados brasileiros. O nome quebra-pedra se refere a várias outras espécies semelhantes do mesmo gênero. Parte usada: Toda a planta. Usos: Seu uso em medicina popular é referido de longa data na literatura etnofarmacológica, de forma unânime como remédio para os rins, a fim de eliminar pedras dos rins e para urinar mais. Forma de uso / dosagem indicada: Prepara-se o chá por fervura durante 10 minutos, de 30 a 40 g da planta fresca, ou 10 a 20 g da planta seca para 1 litro de água. O cozimento (decocto) filtrado pode ser conservado em geladeira até o dia seguinte. Toma-se uma xícara de cada vez, 3 vezes ao dia. Observação: Devido ao potencial tóxico dos alcalóides, não devemos ultrapassar as dosagens recomendadas. É conveniente, no uso prolongado, interrompermos por uma semana o uso do chá a cada 3 semanas. Referências bibliográficas: |
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Nome popular: Marcela-do-campo, Macela. Nome científico: Achyrocline satureioides (Lam.) DC Família: Compositae. Origem: Sul e Sudeste do Brasil. Propriedades: Antiinflamatório, antiespasmódico (reduz contrações musculares involuntárias) e analgésico, sedativa e emenagoga. Características: Herbácea perene, de 60 a 120 cm de altura. Cresce espontaneamente em pastagens e beira de estradas, sendo considerada pelos agricultores como uma planta daninha. Suas inflorescências (flores) secas são utilizadas em muitas regiões para o preenchimento de travesseiros e acolchoados. É na medicina caseira, entretanto, em que seu uso é maior, tanto no Brasil como em outros países da América do Sul. Parte usada: Planta toda. Usos: Em experiências com animais têm sido comprovada suas propriedades analgésica, antiinflamatória, relaxante muscular externo e interno (músculos gastrointestinais), sem nenhum efeito tóxico colateral. Estudos in vitro no Japão mostraram que extratos das flores desta planta inibiram em 67% o desenvolvimento de células cancerosas. Pesquisadores americanos demonstraram propriedades antiviróticas do extrato aquoso quente de suas flores contra células T-Linfoblastóides infectadas com o vírus HIV. Forma de uso / dosagem indicada: O chá de suas flores e ramos secos na proporção de 5 gramas por litro de água fervente, é usado no Brasil no tratamento de problemas gástricos, epilepsia e cólicas de origem nervosa. Também é empregada como antiinflamatório, antiespasmódico (reduz contrações musculares involuntárias) e analgésico, para diarréia e disenteria, como sedativa e emenagoga. Contra diarréias, disenterias e como digestivo (estomacal, hepático e intestinal) é recomendada na forma de chá, preparado adicionando-se água fervente em 1 xícara (de chá) contendo 1 colher (de chá) de inflorescência picada, na dose de 1 xícara em jejum, meia hora antes das principais refeições. Em uso externo contra nevralgias, cólicas (intestinais e renais), menstruações dolorosas, dores articulares e musculares, é recomendada na forma de cataplasma e de banho por imersão, preparados com 5 colheres (de sopa) da planta inteira picada em 1 litro de água fervente. Na Argentina, a infusão de 20 gramas de flores por litro de água quente é ingerida para ajudar na regulação do ciclo menstrual e para o tratamento da asma. No Uruguai o seu chá possui a mesma aplicação, além do emprego para problemas estomacais, digestivos e gastrointestinais, como emenagoga, sedativa e antiespasmódica (reduz contrações musculares involuntárias). Cultivo: É multiplicada exclusivamente por sementes. Referências bibliográficas: |
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Nome popular: Guaco, Guaco-trepador Nome científico: Mikania glomerata Spreng. Família: Compositae (Asteraceae). Origem: Sul do Brasil. Propriedades: Ação tônica (restaura energia), depurativa (eliminação de toxinas do sangue), febrífuga (combate a febre) e peitoral, estimulante do apetite e antigripal Características: Trepadeira sub-lenhosa, de grande porte, perene. Apesar de ser nativa da região sul do Brasil, seu uso medicinal tem feito com que seja cultivada em vários estados, inclusive na região nordeste, onde em muitos locais a planta não chega a florescer. Parte usada: Folhas. Usos: Na região sul ela vem sendo muito usada na medicina popular há séculos, atribuindo-se às folhas as propriedades: ação tônica (restaura energia), depurativa (eliminação de toxinas do sangue), febrífuga (combate a febre) e peitoral, estimulante do apetite e antigripal. Forma de uso / dosagem indicada: Para o tratamento caseiro da tosse, bronquite e das crises de asma, pode-se fazer uso do xarope, preparado cozinhando-se suas folhas bem picadas na proporção de uma parte para dez partes de água e mantendo-se a fervura até o aparecimento do cheiro da cumarina (composto presente na planta). Junta-se então um punhado de hortelã ou malvariço e deixa-se corar. Em seguida, basta juntar a mesma quantidade de açúcar ou um pouco mais e ferver novamente, até sua completa dissolução. O xarope pode ser guardado por até 15 dias em frasco fechado. Toma-se 1 colher de sopa 3 a 4 vezes ao dia. Referências bibliográficas: |
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Nome popular: Babosa, Aloe Nome científico: Aloe vera (L.) Burm. f. Família: Liliaceae. Origem: África. Propriedades: Cicatrizante, antimicrobiana, emoliente (hidratante da pele). Características: Planta herbácea suculenta, de até 1 metro de altura. Quando cortadas deixam escorrer um suco viscoso, amarelado, e muito amargo. Além de ser cultivada para fins medicinais, cosméticos e ornamentais, cresce também de forma espontânea em toda a região nordeste brasileira. Outras espécies desse gênero são igualmente cultivadas para os mesmos finas, das quais as mais importantes são: A. arborescens Mill. e Aloe ferox Mill. Parte usada: Folhas. Usos: Esta é uma das plantas de uso tradicional mais antigo que se conhece, inclusive pelos judeus que costumavam envolver os mortos em lençol embebido no sumo de aloe, para retardar a putrefação e extrato de mirra, para encobrir o cheiro da morte, como ocorreu com Jesus Cristo ao ser retirado da cruz. Na medicina popular ocidental seu uso mais comum é no tratamento dos cabelos. Forma de uso / dosagem indicada: É indicada como cicatrizante nos casos de queimaduras e ferimentos superficiais da pele, pela aplicação local do sumo fresco, diretamente ou cortando-se uma folha. Depois de bem limpa, de modo a deixar o gel exposto para servir como um delicado pincel. Alguns compostos na planta podem ser tóxicos quando ingeridos em grandes quantidades, especialmente em crianças, causando grande retenção de líquidos que pode levar à morte. Cultivo: Prefere solos arenosos, não exigindo muita água. Pode ser multiplicada por separação dos brotos laterais (filhação). Referências bibliográficas: |
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Nome popular: Carqueja, Carqueja-do-mato, bacanta. Nome científico: Baccharis trimera (Less.) DC. Família: Compositae (Asteraceae) Origem: Sul e sudeste do Brasil. Propriedades: Hepatoprotetoras, digestivas, anti-úlcera, antiácida, analgésica, e antiinflamatória, hipoglicêmico (reduz glicose no sangue). Características: Subarbusto perene, de 50 a 80 cm de altura. Com os mesmos nomes populares e com características e propriedades similares são conhecidas as espécies B. articulata e B. uncinella. Parte usada: Folhas e hastes. Usos: Tem sido empregada principalmente a problemas hepáticos (removendo obstruções da vesícula e fígado) e contra disfunções estomacais (melhorando a digestão) e intestinais (como vermífugo). Algumas publicações populares a recomendam ainda para o tratamento de úlcera, diabetes, malária, anginas, anemia, diarréias, infla,ações da garganta, vermes, etc. Forma de uso / dosagem indicada: É recomendada para afecções estomacais, hepáticas e intestinais, na forma de infusão, preparado adicionando-se água fervente a uma xícara (de chá) contendo 1 colher (de sopa) de suas hastes e folhas picadas, na dose de 1 xícara (chá) 3 vezes ao dia, 30 minutos antes das refeições. Referências bibliográficas: |
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