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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Faca

Faca padrão "Chef"

Uma faca é qualquer objeto cortante capaz de ser empunhado. As facas são ferramentas utilizadas desde as mais primitivas eras da humanidade.

As facas podem ser usadas para as mais diferentes aplicações, como ferramenta, arma ou simples objeto de decoração e para cada função existem diversas combinações de geometrias de lâminas, tipos de metais e métodos de fabricação, cuja combinação a torna adequada a determinado tipo de uso.

A presença desse instrumento é confirmada desde a Idade do bronze (6,5 milhares da anos A.C.) na Ásia Menor. A importância do mais antigo dos talheres foi registrada pelo filósofo estóico Posidónio ao narrar um festim na Gália em 97 a.C. Sua dupla função, de cortar os alimentos e também levá-los à boca, se modificou com o advento do Garfo, conforme Leo Moulin1 .

Ao longo da história humana, as facas foram produzidas das mais diferentes maneiras em várias sociedades, desde as pedras lascadas pelo homem primitivo, passando pelas facas produzidas a partir de pedaços de meteoritos ricos em ferro, até as facas produzidas nos dias de hoje pela indústria moderna.

O ápice do uso da faca como talher se deu entre o final da Idade Média e o Renascimento com os requintes da Cutelaria na Itália, Alemanha, França e Espanha. No século XIV na França os Reis usavam facas conforme o calendário religioso anual: eram com cabos escuro em Ébano durante a Quaresma e com cabos de ébano e Marfim em Pentecostes.2

Há duas versões opostas referentes às opiniões e determinações do Cardeal e Duque de Richelieu, ministro de Luís XIII referentes às facas: conforme Antoine de Furetière, autor do Dicionário Universal, o Cardeal instituiu nas refeições facas de ponta afiada para uso na limpeza dos dentes, enquanto que Norbert Elias, conforme citado por Renato Janine Ribeiro3 , defende que Richelieu proibiu essas facas mais passíveis de uso mais agressivo.

O Cardeal e Duque de Richelieu era um homem poderoso e respeitado, servindo de exemplo social. A aferição das versões contraditórias poderá ser realizada, verificando, na actualidade, quantas pessoas usam a faca de ponta afiada para uso na limpeza dos dentes e quantas mesas são postas com facas de ponta redonda e fio cortante quase nulo.

Fabricação:

De maneira geral, o processo de fabricação de uma faca atualmente consiste em modelar a lâmina, seja através do processo de forja ou de desbaste e aplicar um tratamento térmico conhecido como têmpera, que confere dureza ao fio da lâmina. A lâmina então é afiada e cabeada.

Partes de uma Faca:

1) Fio, 2) Vazado, 3) Ricasso, 4) Empunhadura, 5) Pomo, 6) Furo de artilho, 7) Guarda, 8) Cava de Sangria, 9) Dorso, 10) Falso fio

Tipos, tamanhos e formatos:

Entre os diversos formatos e tipos de facas existentes, as mais conhecidas são: facas gaúchas, facas culinárias, facas táticas e de combate, facas de camping, facão de mato e as legendárias facas "bowie". Destacam-se ainda as facas utilitárias, termo usado genericamente para designar as facas que não se enquadram em um dos demais tipos com nomenclatura específicoa. Podem ser citados como exemplos de facas utilitárias as "skinner", usadas por caçadores para retirar a pele de animais.

Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Faca


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Partes de uma faca


1) Fio, 2) Vazado, 3) Ricasso, 4) Empunhadura, 5) Pomo, 6) Furo de artilho, 7) Guarda, 8) Cava de Sangria, 9) Dorso, 10) Falso fio

Basicamente uma faca é formada pela sua lámina (local do fio) e pela empunhadura (lugar de segurar), mas podemos detalhar outras partes. Veja um exemplo acima:

Fonte: www.sbccutelaria.org.br/


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O que é a Cutelaria?

O que é a Cutelaria?

Purbhu (Tibetana)

Se você não sabe o que exatamente significa cutelaria, não se assuste. Uma legião de brasileiros ainda desconhece a palavra. Apesar de o termo cutelaria ser pouco utilizado, ele começa a aparecer com maior freqüência, inclusive fora dos círculos especializados. Resumindo, cutelaria é a arte de fabricar instrumentos de corte. A palavra cutelo – instrumento cortante semicircular de ferro – vem do latim cultellu (faquinha), de onde provém também a palavra cutela, faca larga para cortar carne.

As facas fazem parte da história do homem e não é possível imaginar o desenvolvimento de nossa raça e a sua sobrevivência sem elas. No paleolítico inferior, há 2.500.000 anos, na Tanzânia e na Etiópia já existiam as primitivas facas feitas de lascas de pedra. Com elas foram feitas as pontas das lanças, foi cortado o couro para as roupas e foram produzidos utensílios destinados à defesa e ao abrigo. Podemos dizer que o que diferenciou o homem dos macacos foi, sem dúvida o fato de que um descobriu a faca e dominou o fogo e o outro não.

Um longo período passou até que se chegasse a dominar o primeiro metal, na Idade do Bronze, que vai de 2000 a 700 a.C. Já o ferro passou a ter uso generalizado depois do ano 1000 a.C. Apesar de já ser conhecido muito tempo antes, a tecnologia de sua utilização era muito rudimentar e só depois da colonização romana, por meio das suas legiões, é que a técnica de forjar este metal tornou-se popular. A siderurgia teve um nascimento místico do qual fez parte o ferreiro, que é o pai do cuteleiro. A palavra mais antiga para denominar ferro é an bar, de origem suméria, e designa respectivamente “Céu e Fogo”, traduzida por “metal celeste” ou “metal estrela”

Muitos séculos antes do ferro ser domesticado pelos ferreiros e extraído das minas, ele era utilizado de forma ritual e mágica para produzir amuletos e facas para sacerdotes e reis, já que era proveniente de meteoritos, um fenômeno considerado sagrado desde a remota antiguidade. Há quem diga que origem da palavra siderurgia vem de sideral, exatamente porque o ferro vinha de meteoritos. Era considerado sagrado, como um presente dos deuses aos homens, ou melhor, aos reis e sacerdotes.

Os meteoros eram chamados de “pedra dos raios” ou “machados de Deus” e tinham a conotação viril de penetrar a terra e fecundá-la, além de serem considerados armas de Deus. Os esquimós da Groenlândia faziam suas facas de meteoritos, martelando-os com pedra, como se o ferro também fosse um tipo de pedra, pois não conheciam a metalurgia. Quando Cortés, o conquistador espanhol, perguntou aos chefes astecas de onde obtinham suas facas, eles lhe apontaram o céu.

O ferro de meteoro era usado pelos Maias e pelos Incas e, até muito recentemente, pelos Malaios e Indonésios para a produção de uma arma que ainda hoje faz parte da indumentária (especialmente nas festas) do povo daquele arquipélago: o Kris é uma faca com lâmina ondulada, como uma espada flamejante maçônica, que lembra uma serpente.

As facas rituais são também usadas pelos tibetanos, sendo mais conhecidos dois modelos: um de lâmina larga, usado para “tirar a pele do ego” e outro com um ponta triangular, como se fosse uma ponta de flecha, que é conhecido como “Purbhu”. Esta faca tem na sua parte superior um objeto chamado “Vajra” ou “Dorje” que quer dizer raio ou diamante. Vemos, mais uma vez, o aparecimento da ligação sideral ou sagrada entre o objeto que corta, separa o bem do mal, símbolo da consciência discriminadora. O Purbhu foi mostrado no filme “O Sombra” e em “ O Rapto do Menino Dourado”, estrelado pelo ator Eddie Murphy.

Nos dias de hoje as facas são classificadas basicamente em utilitárias e esportivas, mas poderíamos mencionar ainda: facas de arremesso, decorativas, de cozinha, de caça, de bota, facas militares, de sobrevivência e canivetes (que na verdade são facas pequenas), entre outras. As espadas são um desenvolvimento natural das facas. Sendo maiores podiam manter o inimigo a uma distância maior e mais segura. Hoje são usadas quase que exclusivamente em competições esportivas e cerimônias militares ou maçônicas.

Falar em espadas e não mencionar as Katanas, espadas samurais, seria um descuido. As espadas, consideradas a alma do guerreiro, eram e são feitas por espadeiros com técnicas secretas e passadas de pai para filho desde a Idade Média. Os espadeiros japoneses são considerados patrimônios culturais vivos do Japão. Um pouco desta arte foi mostrada nos filmes da série Highlander.

A arte milenar de se produzir o aço conhecido na antiguidade como Damasco, com desenhos esculpidos na própria liga de metal, como fibras de madeira, também faz parte do acervo artístico da cutelaria atual. Esta forma de produzir aço especial teve origem na Índia, mas foi divulgada ao mundo cristão pelos árabes, durante as Cruzadas, daí “Damasco”. No Brasil, alguns cuteleiros produzem tal preciosidade, sendo com ela confeccionadas as facas mais caras do mercado nacional e internacional.

Outra novidade nos remete a Idade da Pedra: literalmente, a pedra voltou! As novas facas feitas de cerâmicas de alta tecnologia são novidade no mercado. Elas são produzidas com micro-cristais e óxidos metálicos, comprimidos e vitrificados em altas temperaturas.

Fonte: www.sbccutelaria.org.br/


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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

KA-BAR 1478BP última trincheira LDK TDI

KA-BAR 1478BP última trincheira LDK TDI Faca de Bota / Faca de Pescoço 1.7 de "lâmina

Com um perfil geral não maior, a um cartão de crédito, esta faca pode ser escondida em qualquer lugar.
Funciona muito bem amarrado em suas botas,
fixá-la sob uma cinta colete tático ou utilize o cabo fechado para pendurá-lo em torno de seu pescoço.
Esta faca para cima de volta se destina a ser prontamente disponível como uma opção de última trincheira 'Last Ditch'. Pó preto em aço inoxidável revestido com disco de fricção e bainha plástica. cabo preto 550.

especificações:

Comprimento da lâmina: 1.7 "
Comprimento total: 3.6 "
Peso: 0,4 onças Apenas faca,
0,8 oz com bainha

Made in Taiwan


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BK2 - Becker Companion - KABAR

A BK2 é mais uma faca muito parruda, fabricada atualmente pela Ka-Bar.

A lâmina é em aço carbono 1095 Cro-Van e possui ângulo de afiação de 20 graus. O perfil de corte é parcialmente reto (partial flat grind). O cabo tem perfil integral (full tang). É uma faca muito resistente, se você não se importa com o peso, vale-a-pena conhecê-la.


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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Como afiar faca com Chaira

Vídeo que ensina a usar a chaira de modo prático e objetivo, feito pelo Mestre Cuteleiro Vicente Da Silva Filho.

Fonte: Youtube - www.youtube.com/watch?v=ST5bojWT3Jo


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HB-1-01 Survival Knife

Russian Army Special Forces "Spetsnaz" Survival Knife HB-1-01

Forças especiais do exército russo "Spetsnaz" Sobrevivência Faca HB-1-01. As Forças Especiais do Exército russo (Spetsnaz) foram criados durante a Guerra Fria para realizar atividades de reconhecimento. Hoje, eles são um grupo extremamente elite com treinamento e missões especializadas. Na verdade, muitos acreditam que eles são os melhores de seu tipo em qualquer militar no mundo. Sua faca de sobrevivência é projetado para apenas isso: a sobrevivência.

Especificações:

Comprimento: 330 milímetros
Largura: 61 milímetros
Altura: 50mm
Comprimento da lâmina: 160mm
Largura da lâmina: 30mm
Espessura da lâmina: 4mm
Comprimento da serra: 100mm
Peso do jogo completo: 0,75 kg

Um conjunto completo da Faca Survival inclui as principais unidades de montagem e peças:

Faca com alça de montagem;

Montagem Compacta

carcaça de montagem
Faca Luz;
Linha de cabo;
Linha de pesca;
Fios de algodão;
Agulha para costura;
Anzol; # 8.5;
"Drobinka" lastro de chumbo;
Bobina de linha de pesca e linha;
Container;
Tampa do recipiente.


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segunda-feira, 19 de março de 2012

Faca de Pescoço - Neck Knife

Exemplos mostrado acima: Linha Top Da esquerda para a direita: Âmbar, Azul Turquesa, Coral, Poly Pérola / Damasco, Girafa Bone, Azurita, Red Spiny Oyster, Rodonita, Malaquita, Lavender russo, Jasper, marfim de mamute, osso Girafa, Jade Middle Row: Onyx, Branco Turquesa, Coral, Amber Speckled Linha de fundo: Azul Turquesa, Red Spiny Oyster, marfim de mamute, Poly Pérola NOTA: Os primeiros 5 facas mostradas acima são necker tamanho MÉDIO, enquanto o resto são neckers de pequeno porte.

Kabar Neck Knife

Tiger Knapp da Blind Horse Knives

Tiger Knapp da Blind Horse Knives


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Videos e Fotos - Reprodução

Fonte: Web

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Faca

Existe vários modelos de faca, para pratica de Bushcraft, veja algumas:

Cold Steel SRK

Fallkniven

Joker

Police Guepardo

Mora 860 Clipper


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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quinta-feira, 8 de março de 2012

Faca kukri

Kukri às vezes também soletrado khukri ou khukuri, é uma faca Gurkha curva que pode ser usado como ferramenta, bem como uma arma branca para combate corpo-a-corpo. Em muitos casos ainda é a faca de serviço básico e tradicional do povo nepalês.

Arma ancestral dos nepaleses, de origem grega, foi uma (ou talvez a única) herança de Alexandre, o Grande. É considerada a extensão do braço de um Gurka.

Design

Muito eficiente quando usado como arma, é considerada uma arma simbólica para todos os regimentos Gurkhas espalhados pelo mundo e também do Exército Nepalês, simboliza a coragem e valentia do guerreiro no campo de batalha. É parte de rituais tradicionais entre os diferentes grupos étnicos do Nepal. É também uma parte do armamento regimentais e heráldica do The Royal Gurkha Rifles.

Também é amplamente utilizado na região Kumaon de Uttarakhand, estado da Índia, onde é chamado kaanta ou dafya (em Kumaoni).

O kukri é projetado principalmente para cortar, mas também pode ser usada para apunhalar. A forma varia muito desde altamente curvado com espinhos angulares ou liso. Existem também grandes variações em termos de dimensões e espessura da lâmina, dependendo de tarefas a que se destinam e Kami / variações regionais. Em geral as espinhas podem variar de 5-10mm pela alça, e pode diminuir para 2 milímetros na ponta, o comprimento de lâmina pode variar de 26–38 cm, para uso geral.

Um dos fatores que afeta o peso de uma kukri e o equilíbrio é a construção da lâmina, geralmente feita de de aço forjado.

Manufatura

Lâminas kukris geralmente têm um entalhe (chamado de kauda, kaudi, kaura ou cho) na base da lâmina. Várias razões são dadas para isso, prático e cerimonial: que faz o sangue ou a seiva deixar a lâmina em vez de correr para o punho e penetrar na empunhadura, comprometendo a ação.

Os cabos são na maioria das vezes feito de madeira ou chifres de búfalo, mas o marfim, osso e metal também são utilizados. A maioria dos cabos de metal e cantoneiras são feitos geralmente de bronze ou aço.

A bainha de uma faca kukri, habitualmente de madeira revestida em couro, comporta – na parte traseira – duas (ou eventualmente mais) outras pequeninas facas, normalmente usadas para tarefas diárias, onde lâminas de maior tamanho não seriam adequadas. Eventualmente, em exemplares mais antigos, no mesmo compartimento encontra-se também uma pequenina barra de aço, temperado e com empunhadura, que é usada para, no atrito com pedras, produzir fagulhas e assim gerar fogo.

História militar

Treinamento militar com a Faca kukri, usada por muito exercitos

A faca kukri foi no passado o principal instrumento pelo qual essas tropas adquiriram uma aura de terror: esses soldados as utilizavam para, aproximando-se silenciosamente de seus inimigos, deceparem-lhes a veia jugular, causando morte quase imediata; em combate aproximado, a kukri normalmente era empunhada com a ponta para cima, possibilitando, assim, aplicar terríveis (e, na maioria das vezes, mortais) golpes nos inimigos.

A kukri não se trata, de modo algum, de uma faca para ser lançada; ela é reservada para combate corpo-a-corpo. A curta distância, o kukri pode ser manejado com mais facilidade que a baioneta das metralhadoras, além de provocar ferimentos mais graves. Desde que foram incorporados ao Exército britânico, os Gurkhas levam o kukri numa bainha presa ao cinto,junto aos outros itens do equipamento comum. Nessa posição, a faca pode ser puxada com rapidez.

Lendas se formaram em torno das campanhas Gurkas, uma delas é seu grito de guerra, que segundo a lenda causa pavor nos inimigos : "Jai Mahakali, Ayo Gorkhali" (lit. "Glória à deusa da guerra, aqui vão os gurkas!").

Texto e Foto - Reprodução web

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