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domingo, 1 de abril de 2012

Manual de Sobrevivencia na Selva

Aprenda ainda mais a sobreviver... Agora o Bushcraft Minas está disponibilizando o download da apostila baseada no mais qualificado manual de sobrevivência das Forças Armadas dos Estados Unidos. Constituído de 6 volumes com as mais avançadas técnicas de sobrevivência das forças armadas americanas. Saiba tudo sobre: primeiros socorros, criar abrigos e fazer fogo, como se proteger do frio, determinação de rumos, conhecimentos básicos de sobreviência na floresta e muito mais.

Download link abaixo

Manual de Sobrevivencia na Selva

Arquivo em PDF


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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terça-feira, 20 de março de 2012

Caça de Subsistência no baixo Tapajós

Barco regional às margens do Rio Tapajós, na Floresta Nacional do Tapajós, próximo a foz do Amazonas, em Santarém, nos preparativos para proteção da tempestade de verão que se aproxima.

O relato a seguir foi obtido em maio de 2000, com um ex-caçador de subsistência, atual morador da Comunidade de Jauarituba, antigo morador da Comunidade de Muratuba, atualmente incorporada à Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns.

Antônio de Oliveira, 62 anos, conhecido por Mucura, na foto com duas netinhas, foi caçador por 15 anos, prática abandonada a pedido da mãe depois de ter sido picado por uma cobra surucucu, que o benzeu e curou, passando a viver só da pesca. Quando caçador, alimentava a família constituída da esposa e três dos seis filhos que teve (cinco mulheres e um homem).

De fala mansa e aparentando não ter pressa nenhuma, Mucura tem um arsenal de causos e histórias que se mesclam num verdadeiro painel da vida cabocla, onde a fronteira entre a verdade e a invenção é um mero detalhe.

Caça Comunitária, de subsistência

A caça comunitária é prática regular nas comunidades amazônicas e, em geral, é praticada por dois ou três caçadores, no máximo cinco. Pode acontecer de o caçador ir à caça sozinho. As caçadas, duas por semana, duram em média um dia ou uma noite, mas em certas ocasiões duram a semana inteira, de segunda a sábado.

Independentemente do número de participantes, a caça sempre é repartida entre parentes, amigos e vizinhos em porções chamadas de putaua, que corresponde a três ou quatro quilos de caça, suficientes para provisionar por um dia uma família de seis a oito pessoas ou para um bom assado com amigos.

Tipos de caçada

A caçada em geral é feita à noite e de “espera”, em rede armada em galhos de árvores, com altura adequada ao tipo da caça: a partir de dois metros do solo (paca, tatu) e podendo atingir até dez metros, para animais de faro apurado (anta, veado). Outras vezes, a caçada é feita durante o dia, na trilha dos animais ou com cachorros farejadores.

Quando a caçada é feita na época das chuvas (“inverno”) ou se vai durar alguns dias, os caçadores preparam um abrigo chamado tapiri, coberto com palha de palmeira curuá ou inajá.

A tralha

A arma usada, em geral, é a cartucheira calibre 20, mortal a 20 ou 30 metros, com cartuchos normalmente recarregados pelo próprio caçador com bagos de chumbo de tamanho proporcional ao porte da caça. Dependendo do tempo que se vai passar caçando, fazem parte da tralha a faca e/ou facão (terçado), o suqui (sacola de pano amarrada no ombro à moda bandoleira), fósforos, lanterna, sal, pimenta, limão, rede e mosquiteiro.

A bóia

Antes de caçar, em geral a bóia é fraca. O caçador leva farinha, com a qual, misturada com água que obtém em igarapés ou cipós na mata, prepara o chibé. Este tem uma versão “luxo” com adição de sal, pimenta e limão, chamada de cação. Após caçar, o caçador prepara o salmorado, que consiste em salgar a carne em peças para conservar.

Após a salga no paneiro (cesto de tala de palmeira de trançado largo, geralmente forrado de folhas, usado para carregar mercadorias - farinha, frutas, etc., também considerado como padrão de medida) a peça de carne é enrolada com folhas (caponga, caxirica ou cacauda-mata) e em seguida é enterrada para evitar moscas-varejeiras.

Outra forma de conservar a carne da caça é fazendo um muquiado, que consiste em assar a carne, depois de limpa, por duas ou três horas, no muquém (espeto) ao calor de brasas (o fogo é feito ao lado e brasas são arrastadas para debaixo do muquém).

A carne não consumida pode ser guardada por até uma semana desde que seja aquecida todo dia, caso contrário apodrece.

Caça, trabalho pesado

Conta Mucura que, certa vez, ele e o cunhado, com a ajuda de quatro cachorros, abateram oito caititus. As carcaças, depois de limpas da barrigada, foram carregadas para casa numa distância de mais de oito quilômetros, em caminhada de quase seis horas. As cargas, pesando uns 80 quilos por homem, foram carregadas no cipoapara, espécie de amarrado de cipós que se apóia na cabeça e nas costas.


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.ecobrasil.org.br/

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segunda-feira, 19 de março de 2012

Faca de Pescoço - Neck Knife

Exemplos mostrado acima: Linha Top Da esquerda para a direita: Âmbar, Azul Turquesa, Coral, Poly Pérola / Damasco, Girafa Bone, Azurita, Red Spiny Oyster, Rodonita, Malaquita, Lavender russo, Jasper, marfim de mamute, osso Girafa, Jade Middle Row: Onyx, Branco Turquesa, Coral, Amber Speckled Linha de fundo: Azul Turquesa, Red Spiny Oyster, marfim de mamute, Poly Pérola NOTA: Os primeiros 5 facas mostradas acima são necker tamanho MÉDIO, enquanto o resto são neckers de pequeno porte.

Kabar Neck Knife

Tiger Knapp da Blind Horse Knives

Tiger Knapp da Blind Horse Knives


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Videos e Fotos - Reprodução

Fonte: Web

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Como fazer uma arma na selva

Muitas pessoas já ficaram perdidas na selva e não sabiam o que fazer. Outras já foram para selva despreparadas e perceberam que iriam precisar de uma arma e também não sabiam como fazer. Para que não passe pela mesma situação de despreparo, é sempre bom ficar atento a algumas dicas de sobrevivência. Umas delas é a certeza de que vai precisar de uma arma. Se não tiver uma vai ter que improvisar. Mas quais as formas que existe para fazer uma arma na selva?

Instruções

  1. 1
    Corte um pedaço de madeira e deixe-o pontiagudo. Essa madeira deve, de preferência, ser reta. Uma madeira torta não terá direção quando precisar lançar contra algum alvo. Faça a ponta bem fina e comprida. Ao mesmo tempo em que terá resistência, será mais eficiente. Outra forma é cortar uma madeira que tenha uma forquilha na ponta. Deixe um espaço de um metro e meio para servir de cabo. Quando o alvo aparecer você vai lançar a forquilha no pescoço dele e apertar o cabo. Com isso vai prender o pescoço contra o chão, matando-o por asfixia. Se estiver a fim de fazer uma flecha para poder caçar e se defender com maiores distância do alvo, corte um galho de árvore bem reto. Também corte um cipó resistente. Faça uma pequeno corte de lado a lado em cada um dos cantos do galho. Amarre as pontas do cipó nesses cortes. Prepare galhos menores e mais finos para servir de munição. Apenas aponte bem esses galhos. Coloque a parte de traz dessa munição no cabo da flecha. Basta forçar o cipó para que ganhe elasticidade e consequentemente velocidade o que fará aumentar o impacto.
    Pegue um galho de dois metros e amarre um cipó na ponta. No outro lado do cipó amarre uma pedaço de madeira pequeno mas com bastante resistência. Se preferir poderá trocar o pedaço de madeira por uma pedra. No entanto deve ficar bem firmes. Fazendo movimento circular com o cabo da arma, lançará para frente para acertar a presa.
    Quebre um galho de madeira de forma que fique pontiagudo. Com a ponta poderá ferir algum animal que represente maior perigo.
    Poderá afiar pedras pontiagudas para atirar nos animais. Pegue duas pedras e esfregue uma na outra.


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Texto - Reprodução

Fonte: www.assimsefaz.com.br

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Como cozinhar um animal quando está perdido na selva

Na eventualidade de ficar perdido na selva ou no mato por alguns dias, é fundamental saber que animais pode ingerir e a forma correta como os deve confeccionar ou cozinhar, pois o que está em jogo é a sua sobrevivência

Instruções

  1. 1
    Assim, serão descritas as formas de confecção para os mais diversos tipos de animais que poderá encontrar no mato ou na selva.

    - Peixes: Assim que conseguir apanhar ou pescar um peixe, tem que o amanhar, ou seja, retirar as guelras e as entranhas e precisa também o escamar. Não corte a cabeça do animal, pois possui carne bastante proteica e saborosa (nos 'ombros' e 'bochechas'). Os peixes que não ultrapassam os 10cm não necessita que lhe tire as tripas, mas devem ser igualmente escamados. A melhor forma de cozinhar é assar.

    - Aves: Se conseguir apanhar uma ave, por mais pequena que seja, é fantástico, pois são bem nutritivas. A generalidade das aves deve ser cozinhada com a pele (sim, com a pele, pois ajuda a reter a umidade e aumenta o seu valor proteico) e devidamente depenadas.

  2. 2
    Após depenar a ave, corte a cabeça do animal e efetue um pequeno corte no ânus com o objetivo de retirar as tripas e entranhas. Passe a cavidade do corpo do animal por água (se tiver disponível). A moela e o coração são ideais para assar enquanto as restantes partes podem ser assadas ou estufadas. As aves necrófagas (abutres e tartaranhões) devem ser colocadas em água a ferver cerca de 20 minutos, para eliminar primeiramente todos os parasitas.

    Roedores: As ratazanas, principalmente, possuem carne bastante saborosa e deve ser preferencialmente estufada. Estes roedores têm de ser esfolados, estripados e escaldados. Quer as ratazanas quer os ratos devem ser primeiramente cozidos cerca de 10 a 15 minutos.

    Répteis: As cobras e os lagartos são animais perfeitamente comestíveis e a sua carne tanto pode ser tenra, como estaladiça ou crocante. É necessário retirar a cabeça dos animais capturados e esfola-los antes de os ingerir. Os lagartos são encontrados em praticamente todas as zonas, por isso é uma excelente opção e um animal a ter em conta se eventualmente ficar perdido em ambientes adversos. Pode assa-los ou frita-los.

    Outros animais: Basicamente, o que precisa de saber é que todos os mamíferos são comestíveis. Os ouriços-cacheiros, os porcos-espinhos e os texugos têm de ser esfolados e estripados antes de começar a cozinhar. É preferível estufa-los e se preferir adicione muitas folhas comestíveis ao preparado.


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Texto - Reprodução

Fonte: www.assimsefaz.com.br

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Bracelete de sobrevivencia de Paracord

Neste video, é mostrado como utilizar o ponto Macramê para se fazer um bracelete de sobrevivência, muito utilizado por militares americanos e europeus e pessoas ligadas a prática do bushcraft e sobrevivência em geral.

Video - Reprodução

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Kit de Sobrevivencia de Emergencia

Lista do Kit


Lista de itens do Kit de Emergência (aprox. 62 itens)
Lanterna 1 Led/1 Pilha AAA
Lanterna 1 Led/1 Pilha AA
Lanterna 1 Led/2 Pilhas AA
1 Pilha AA e 1 Pilha AAA
10 metros de Corda 4mm
Ferramenta multiuso Apito/Bussula/Lupa/Termometro
Ferramenta multiuso mini Alicate/Ferramentas
Pederneira
Cobertor de emergência
2 Canudos
2 Laminas de estilete
Sacos ZipLock
Silver Tape
Elásticos
Preservativo
Isqueiro
Canivete
Espelho Pequeno
6 Presilhas (Esgana-gato)
2 Filtros de Café
Papel Aluminio (1 metro)
Discos de algodão
Sinalizador Químico Fluorescente
Protetor solar (1 sachet)
Lenço umedecido (1 sachet)
Sal/Pimenta/Açucar (3 sachets cada)
1 Hand warmer
1 capa de chuva descartável
1 Lápis pequeno
1 cartela de pastilhas para purificação de água
1 sabonete pequeno
2 acendedores de carvão
1 vela (cortada ao meio)
1 caixa de fósforos à prova d'água
Pregos e parafusos (4 de cada)
Pinça
Palitos de dente

Kit de Pesca: Linhas 0,30 e 0,50 (20m cada), Linha multifilamento 60lbs (30 metros), Rolha, anzóis variados, chumbadas e Iscas artificiais tipo Jig, soft, gel e Sabiki.

Kit de costura: linhas, agulhas, alfinetes e botões.

Kit de Primeiros Socorros


1 par de Luvas de Látex
2 agulhas descartáveis
2 lâminas de bisturi
2 Fios de sutura entre 6-0 e 2-0 com agulha
Gaze Normal e Gaze estéril
12 BandAids de tamanhos variados
1 SteriStrip (ponto falso)
Alcool Swipes (lenços umedecidos com álcool)
1 cartela de Antibiótico (Amoxicilina)
1 cartela de Antiinflamatório (Nimesulida)
1 cartela de Antialérgico (Polaramine ou Fenergan)
Paracetamol, Dipirona, Aspirina

Abaixo 2 videos explicando a lista

Kit de Sobrevivencia de Emergencia - Parte 1

Kit de Sobrevivencia de Emergencia - Parte 2

OBS: Coloque ou retire da lista o que você achar nescessario

ABAIXO: Outros Kits de sobrevivência

( Lembrando que os kits são pessoais, cada pessoa monta seu kit de acordo com suas prioridades.)

Texto - Reprodução/Video - Reprodução - Web

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terça-feira, 6 de março de 2012

Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo é um movimento de grupos ou indivíduos (chamados sobrevivencialistas) que estão ativamente preparando-se para emergências em caso de possíveis rupturas na ordem política e social local, regional, nacional ou internacional. Os sobrevivencialistas normalmente preparam-se para se antecipar as essas rupturas por meio de treinamentos, armazenamento de água e comida, preparação para auto-defesa e auto-suficiência, e/ ou construindo estruturas que os ajudarão a sobreviver ou desaparecer (ex.: refúgios de sobrevivência ou abrigos subterrâneos). É um movimento predominante nos Estados Unidos e por isso sua nomenclatura é fundamentada no inglês, assim como suas principais preocupações são relacionadas com riscos existentes naquele país.

As rupturas frequentemente citadas pelos sobrevivencialistas são: catástrofes naturais, catástrofes provocadas pela humanidade, ruptura na ordem social e política, colapso geral da sociedade, colapso da economia, emergências sanitárias e evento apocalíptico inexplicável.

Historia

As origens do movimento Sobrevivencialista moderno são variadas, podendo incluir políticas de governo, ameaças de guerra nuclear, crenças religiosas, livros de alerta para colapsos econômicos e sociais, tanto não-fictícios como de ficção apocalíptica e pós-apocalíptica.

Nos EUA e Europa Ocidental os programas governamentais de defesa civil da época da Guerra Fria estimulavam a construção de abrigos nucleares públicos e treinamento para crianças, como por exemplo a série "Duck and Cover" (nos EUA). Outros exemplos que podem ser citados são a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias orienta seus fiéis a estocarem pelo menos três meses de comida para eles e suas famílias, assim como a Igreja Adventista do Sétimo Dia convida os filhos dos fiéis a participarem dos Clubes de Aventureiros e de Desbravadores onde recebem treinamento para sobreviver no campo.

A Grande Depressão que se seguiu à quebra da Bolsa norte-americana em 29 de outubro de 1929 disparada por uma contração deflacionária do crédito é frequentemente citada pelos sobrevivencialistas como um exemplo da necessidade de estar preparado.

No Brasil o movimento Sobrevivencialista é incipiente, resumindo-se a alguns poucos sítios na internet e poucos membros ativos.

Cenários e perspectivas sobrevivencialistasAs rupturas frequentemente citadas pelos sobrevivencialistas são as seguintes:

Catástrofes naturais

1.movimentos tectônicos e suas consequências (terremotos, tsunamis, vulcões, etc.);
2.mudanças climáticas e suas consequências (alterações do clima e da temperatura terrestre, nevascas, furacões, tornados, tempestades severas, secas, enchentes, aumento do nível dos oceanos, etc.);
3.crises interplanetárias (meteoros, tempestades solares, etc.);
4.deslizamentos de terra;

Catástrofes provocadas pela humanidade

1.desastres industriais;
2.vazamento de produtos químicos;
3.liberação de materiais radioativos;
4.contaminação biológica;
5.guerra nuclear, química ou biológica;

Ruptura na ordem social e política

1.golpes de Estado violentos;
2.explosão da violência urbana;
3.guerra civil;
4.governos opressivos;

Colapso geral da sociedade

1.ausência de governo e instituições que estabeleçam a ordem;
2.ruptura dos serviços públicos essenciais (energia elétrica, comunicações, saúde, policiamento, etc.);
3.ausência de bens de primeira necessidade (água, comida, combustível, roupas, medicamentos, etc.);

Colapso da economia

1.captura do dinheiro nos bancos;
2.ausência de crédito;
3.hiperinflação;
4.recessão;

Emergências sanitárias

1.pandemia;
2.epidemias;

Evento apocalíptico inexplicável

1.invasão alienígena;
2.ira divina;
3.zumbis.



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Fonte: Web

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