Fonte: Youtube - www.youtube.com/watch?v=W4GDbAuM9dQ
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O Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA) é responsável pela política nacional da pesca amadora desde o primeiro semestre de 2009.
O ministério passou a emitir com exclusividade as licenças de pesca amadora a partir de julho de 2010.
O serviço de emissão da Licença de Pesca Amadora está disponível no SITE do Ministério da Pesca e Aqüicultura: http://www.mpa.gov.br
Categorias e taxas para a prática da pesca amadora:
Categoria A – desembarcada custa R$ 20,00 (vinte reais)
Categoria B – embarcada custa R$ 60,00 (sessenta reais), quem optar pela categoria embarcada, poderá também pescar na categoria desembarcada.
Categoria C - subaquática custa R$ 60,00 (sessenta reais) importante lembrar que a prática subaquática é indicada apenas para quem pratica a pesca de mergulho em apnéia.
O pagamento poderá ser efetuado na rede bancária ou lotérica.
Validade da Licença de Pesca Amadora
A licença para pesca amadora é válida em todo território nacional pelo prazo um ano a contar da data de pagamento.
A “Licença Provisória” terá validade de 30 dias após o pagamento do boleto bancário. Após ter efetuado o pagamento do boleto que o usuário imprimiu no site do Ministério da Pesca, o pescador deve retornar a este site e imprimir a sua licença de pesca amadora definitiva.
Dispensados da taxa da Licença de Pesca Amadora
Aposentados;
Maiores de 60 anos (mulher);
Maiores de 65 anos (homem);
Menores de 18 anos;
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Categorias As varas dividem-se em duas categorias básicas, que as classificam como sendo de arremesso ou não. Varas de Arremesso - Varas
industrializadas que apresentam encaixe para spincast, molinete ou
carretilha, podendo ter passadores ou não, quando são chamadas de
interline. Proporcionam o arremesso das iscas de forma fácil e precisa,
além de permitir com que o pescador trabalhe a captura do peixe
fisgado, cansando-o durante o embate. |
| VARAS: CATEGORIAS E AÇÕES | |||||||||||||||||||||
As varas de pesca podem ser confeccionadas nos mais diversos materiais, como bambu, fibra de vidro, grafite ou carbono, podendo ser de encaixe, inteiriças ou telescópicas, lisas ou com passadores. Abaixo temos uma tabela de categorias e ações de varas. |
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| TIPOS DE VARAS | |||||||||||||||||||||
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Texto e Foto - Reprodução
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TIPOS DE LINHAS
Linha
Convencional
CARACTERÍSTICAS
DAS LINHAS Diâmetro Resistência Memória Linhas coloridas ou
transparentes
CUIDADOS COM SUA LINHA:
Alguns fatores que
diminuem a vida útil das linhas são: os raios ultra-violeta, atritos nos passadores das varas,
torção e nós, calor excessivo, etc.
Quando se pesca em água salgada, é importante se lavar bem a linha, após o
uso, com água e sabão neutro.
TABELA
DE CONVERSÃO mm/lb RESISTÊNCIA DIÂMETRO lb kg mm 3 1.5 0.14 4 2.0 0.16 5 2.5 0.18 6 3.0 0.20 8 4.0 0.23 10 5.0 0.25 12 6.0 0.28 14 7.0 0.30 16 8.0 0.33 20 10 0.37 25 11.5 0.40 30 13.5 0.43 35 16.0 0.47 40 18.0 0.52 45 20.5 0.57 48 22.0 0.62
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Em se tratando no uso das linhas convencionais para as diversas
modalidades da pesca esportiva, temos no mercado uma infinidade de boas
marcas. Propriamente falando na pesca de arremesso, a busca de se alcançar
longas distâncias (canais), para lançamentos produtivos, além arrebentação,
ensejou uma revolução benéfica para os desportistas que labutam nos
torneios ou competições organizadas pelos clubes de pesca. Além das
nossas linhas convencionais, encontradas nas casas especializadas, houve o
advento das importações de material de pesca (molinetes, varas, anzóis,
linhas etc.) e que trouxe um campo excelente para o aprimoramento e busca
de tecnologia mais atualizada, fazendo com que todo o segmento de material
de pesca colocado à disposição dos pescadores fosse modernizado e acessível.
O diâmetro, também chamado de bitola, espessura ou grossura, da
linha é quase sempre informado em milímetros pelos fabricantes. Existem
alguns raros que fornecem esta medida em polegadas. É preciso tomar
cuidado para não confundir.
Naturalmente, em linhas de um mesmo tipo, o maior diâmetro proporcionará
uma maior resistência, ou seja, aguentará um maior peso. Entretanto, não
é na resistência ao peso que se deve pensar na hora de optar por uma
linha de maior diâmetro e sim na sua resistência ao desgaste, que também
tem relação direta à medida. Quanto mais grossa for a linha, maior será
sua resistência ao desgaste. É necessário prevenir quanto a isto no
caso de pescas realizadas em locais onde a linha poderá sofrer atrito com
galhos, pedras e outros obstáculos.
É preciso saber o que é mais importante para você: muita linha ou muita
resistência? Quanto maior o diâmetro maior resistência, e menos linha
você poderá carregar no carretel.
É a capacidade máxima de
suporte de peso de uma linha e normalmente vem expressa em libras nos
carretéis. Cada libra correspondem a 453 gramas. Escolhe-se a resistência
em função do peso do peixe desejado, mas é preciso lembrar que o seu
peso se multiplica na água durante uma briga, sendo muito maior que o
peso dele parado.
As linhas tendem a assumir forma espiralada em razão de seu acomodamento
no carretel. Isto é a capacidade de memória da linha. Dependendo da
composição dos materiais utilizados na sua fabricação, esta
propriedade varia. Quanto menor memória melhor, pois a deformação pode
causar desgaste na linha.
As linhas coloridas são
preferidas pelos praticantes de pesca com isca artificial por
proporcionarem grande visibilidade. Neste tipo de pesca é importante ver
por onde passam as linhas ou onde caíram as iscas, pois a precisão dos
arremessos é fundamental no sucesso da pescaria.
Já quando se trata de pesca com iscas artificiais, a maioria dos
pescadores preferem utilizar linhas transparentes por acreditarem que os
peixes podem perceber a linha e não atacar a isca.
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Existem vários tipos de anzóis, uns maiores, uns mais pequenos, uns mais abertos outros mais fechados, uns mais indicados para um certo tipo de peixe que outros. Geralmente são feitos de aço com alto teor de carbono e recebem um tratamento para resistir melhor à corrosão. Podemos ainda dividir os anzóis em três tipos básicos os simples, duplos e triplos.
Desde a mais remota época,
em que os anzóis eram feitos com ossos, chifres,
pedras, etc,
nota-se uma constante mudança nos seus formatos, na tentativa
de
aumentar o poder de fisgada para cada tipo de peixe. Isso acabou
proporcionando ao pescador, uma grande variedade de formatos
e tamanhos
específicos que, se corretamente utilizados, aumentarão
a
produtividade da pesca
Para escolher o anzol correto, deve-se primeiramente saber exatamente qual o peixe que se pretende pescar, bem como o tamanho padrão da sua boca, sendo que peixes de boca grande (ex.: Robalo) utilizarão um tipo de e tamanho de anzol, peixes de boca pequena (ex.: Piapara) utilizarão outro tipo e tamanho.
Para escolher o anzol correto, deve-se primeiramente saber exatamente qual o peixe que se pretende pescar, bem como o tamanho padrão da sua boca, sendo que peixes de boca grande (ex.: Robalo) utilizarão um tipo de e tamanho de anzol, peixes de boca pequena (ex.: Piapara) utilizarão outro tipo e tamanho.
Após definida a espécie que se pretende pescar, deve-se saber a isca a ser utilizada, pois iscas vivas poderão durar mais tempo, caso tenha se escolhido o anzol correto. Em relação à qualidade, deve-se escolher sempre os anzóis que tenham pontas bem afiadas e fisgas que sejam eficientes. Os amantes da pesca, que praticam o pesque e solte, podem amassar a fisga dos anzóis, aumentando dessa forma, a esportividade da pesca sem prejudicar as peças capturadas. Um dos mais importantes materiais utilizados na pesca, o anzol possui algumas variações de acordo com o fabricante e com o tipo de peixe que se pretende capturar.
AS PARTES DE UM ANZOL SÃO:
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Ponta Curvatura Haste Olhal Barbela ou Fisga Garganta Abertura |
Geralmente são feitos de aço com alto teor de carbono e recebem um tratamento para resistir melhor à corrosão.
Ângulos do olhal
Existem três tipos:
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Aberto
Fechado
Reto
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Tipos de olhal
Os mais comuns são:
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Argola (o mais comum, aceita quase todos os nós) Agulha (usado para pesca oceânica) Pata (transmite mais sensibilidade à linha) |
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Basicamente existem apenas variações no tamanho (longa, stardard e curta) e quanto a presença ou não de farpas. |
Tamanhos
Não existe um padrão de tamanhos universal, variam de um fabricante para outro, no entanto para anzóis convencionais o parâmetro mais utilizado é o Mustad cujo padrão é demonstrado na tabela abaixo.
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6-24. REGRAS GERAIS
a. Não há normas que sirvam para distinguir os peixes desejáveis dos indesejáveis para a alimentação; uns terão a carne mais dura, outros, mais tenra; uns possuirão mais espinhas que outros; os de uma mesma espécie, às vezes, diferem entre si, devido ao local em que vivem e à alimentação que conseguem. O certo é que o cozimento os tornará todos iguais, em termos de alimentação. Apenas suas vísceras, quando se tratar de peixe desconhecido, não deverão ser aproveitadas para comida, apenas para isca.
b. Os melhores locais para pescar são os poços profundos, ao pé das cachoeiras, no final das corredeiras rápidas ou entre rochedos. Em correntes muito velozes, os peixes costumam se chegar mais para as margens.
c. À noite, a pescaria poderá tornar-se mais produtiva que de dia, caso se disponha de lanternas ou archotes, ocasião em que, até com pauladas ou varas pontiagudas, será possível matar os peixes.
d. Pescar dependerá, às vezes, de paciência; por isso, deverão ser tentadas todas as águas, profundas e rasas, rápidas, vagarosas e estacionárias, claras e turvas, utilizando-se vários tipos de iscas nos vários materiais para pesca.
e. Caranguejos, siris, caramujos e mariscos poderão ser encontrados sob rochedos, troncos e moitas de arbustos que se prendem sobre os cursos de água ou no fundo lodoso.
f. Os peixes mais comumente encontrados na água doce serão os bagres, os mandis, as piranhas, os baiacus e as arraias, entre aqueles que poderão oferecer mais periculosidade, quer devido à ferocidade, quer aos sistemas de defesa que possuem. Os que regionalmente são mais apreciados são o tucunaré, a pescada, a traíra, o tambaqui, o pirarucu (bacalhau brasileiro), o pacu, o acará, o jaraqui, o matrinchão, a pirapitinga, o surubim e vários outros encontrados nos cursos de água.
g. No litoral, de água salgada ou salobra, ou nos mangues, serão encontrados a tainha, a cavala, a corvina, etc., e crustáceos, como o camarão e o caranguejo.
6-25. ISCAS, ANZÓIS E LINHAS
a. O material mais prático para se usar em pescaria será a linha com anzol.
b. Como iscas, poderão ser usados insetos, minhocas, carnes e vísceras de quaisquer animais. Caso se consiga descobrir o que comem os peixes no local em que se está, a pescaria será mais fácil. Iscas artificiais poderão ser confeccionadas com pedaços de panos coloridos, com penas de cores vivas, com fragmentos de algum metal brilhante ou com pequenos objetos.
c. Anzóis poderão ser improvisados (Fig 6-44); assim, poderão ser confeccionados anzóis de osso e de prego (Fig 6-45), anzóis de espeto de madeira (Fig 6-46) e anzóis de madeira (Fig 6-47 e 6-48).
d. As melhores linhas serão as de “nylon” e barbante; também poderão ser improvisadas de cipós, de tecimento de fios tirados de um tecido de pano, pedaços de arame, enfim, daquilo que a imaginação e habilidade condicionarem fazer.
e. Se os peixes se mostrarem indiferentes a todos esses artifícios, o melhor será fisgá-los com varas compridas e pontiagudas, ou procurar encravar o próprio anzol nos seus corpos, quando passarem perto.
a. Outro material muito aconselhável para pescaria será a rede, inclusive a de dormir, de malha de camarão, que poderá ser armada como que interceptando um curso de água raso e de pouca correnteza, ficando com uma borda afundada por meio de pesos e a outra à superfície, flutuando, enquanto as duas alças serão afixadas por cipós; será uma espécie de “rede guelras”.
b. Também será possível apanhar peixes jogando-se bombas tipo “cabeça-de-negro” em um remanso, em uma curva de igarapé, em um poço, ou lançando timbó (veneno) à água, o que atordoará os animais. O timbó é uma planta venenosa da qual se aproveitarão as raízes para, após macerá-las, espalhar nas águas. O timbó possui em sua composição ácido cianídrico e é conveniente retirar o peixe rapidamente da água , pois o efeito químico sobre a carne será reduzido no cozimento que deve ocorrer logo em seguida.
c. Outros materiais poderão ser empregados para pescar: a camina, uma vara com um cesto preso à ponta e dentro do qual se colocará a isca; o espinhel, uma linha comprida, mesmo improvisada, amarrada de margem a margem, na qual se prenderão vários anzóis iscados; o covo ou juquiá (Fig 6-49).
d. Outras armadilhas, conhecidas pelo nome de curral, poderão ser construídas e serão bastante vantajosas, pois nelas os peixes entrarão e permanecerão, às vezes, em grande quantidade e variedade. A construção de um curral dependerá de um estudo do local. As figuras 6-50, 6-51, 6-52 e 6-53 apresentam alguns tipos de construção de armadilhas para peixes.
e. Apesar de não serem peixes, mas sáurios, os jacarés também poderão ser apanhados, após atraídos e mortos, de preferência com tiros na cabeça. A isca a empregar será carne putrefata. Daí o cuidado quanto ao destino a ser dado à carne não aproveitada na alimentação.
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