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domingo, 1 de abril de 2012

Manual de Sobrevivencia na Selva

Aprenda ainda mais a sobreviver... Agora o Bushcraft Minas está disponibilizando o download da apostila baseada no mais qualificado manual de sobrevivência das Forças Armadas dos Estados Unidos. Constituído de 6 volumes com as mais avançadas técnicas de sobrevivência das forças armadas americanas. Saiba tudo sobre: primeiros socorros, criar abrigos e fazer fogo, como se proteger do frio, determinação de rumos, conhecimentos básicos de sobreviência na floresta e muito mais.

Download link abaixo

Manual de Sobrevivencia na Selva

Arquivo em PDF


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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sábado, 31 de março de 2012

Onde encontrar Água

  Água! Água! Onde é que tem água?


“Onde tem buriti, tem vereda; onde tem vereda tem buriti; e onde tem buriti tem água”.

    Como você sabe, o homem pode viver semanas sem alimentos, mas é impossível sobreviver sem água. O corpo humano precisa de uma média de dois litros de água por dia. Por isso, se você está perdido, trate de procurar logo uma fonte de água!

    Além de rios e corregos,se você e seus amigos estiverem perto de águas paradas ou semi-paradas, como lagos, pântanos ou charcos, poderá bebê-las, desde que sejam fervidas antes. Outro recurso, bastante simples, é colher a água de um buraco cavado a uma distância de cinco metros da fonte de água. Depois de algum tempo, pela porosidade do solo, o buraco irá se encher, sozinho, de água... filtrada!

    Você também poderá recolher água de chuva e orvalho em potes ou buracos revestidos com plástico ou outro material impermeável.

    Existem, ainda, vários vegetais que poderão fornecer água, ou que indicam a presença de água por perto. Os principais são:

    • Côco - como todo o mundo sabe, tem água em seu interior. Os meio verdes são os melhores, já que têm mais água.

    • Bambus - o bambu velho e amarelo pode ter água no interior de seus gomos. Sacuda o bambu para ver se ouve barulho de água. Em caso positivo, faça um furo junto à base dos nós, para bebê-la. E aproveite: um gomo de bambu cortado pode ser um ótimo copo!

    • Buriti - é uma palmácea que existe apenas onde há água. Quando você vir um buritizal, pode ter certeza de que ela está bem perto. Mas, se não encontrá-la, cave um poço. Mesmo sem ser muito profundo, ele garantirá a sua fonte de água.

    • Gravatás e caraguatás - são parentes do abacaxi, e podem ser encontrados no chão ou nos ramos das árvores. Suas folhas, resistentes e bem próximas umas das outras, armazenam bastante água. Mas, não se esqueça de passar essa água por um pano, para filtrá-la e tirar insetos, larvas e outras impurezas. Você pode usar a água do caraguatá, mas não toque em sua raiz - ela é venenosa!

 


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.ibge.gov.br/ibgeteen

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Armas naturais da selva

Quando falamos em construir armas naturais na selva, é necessário transportar a nossa mente do século 21 para a Era primitiva. Pense nos homens das cavernas. Por milhares de anos, os humanos se protegeram e se alimentaram com armas e ferramentas feitas à mão a partir de recursos naturais. E, se um dia você estiver preso na selva com nada além da roupa do corpo, você terá de fazer a mesma coisa.
Felizmente, construir um arsenal requer certos suprimentos, alguns dos quais você consegue encontrar facilmente em qualquer lugar. Mantenha seus olhos atentos para uma madeira atraente, pedras e ossos de animais que servirão como as porcas e os parafusos de seus instrumentos.
Para facilitar o início do seu kit, existe uma ferramenta essencial em que você deve pensar primeiro: a faca. Por causa da sua variedade de utilizações, o utensíliooferece um serviço inestimável em situações de sobrevivência.

Embora ossos e madeira sejam adequados para fazer lâminas, as pedras são as que duram mais.

Para fazer uma faca selvagem, primeiro defina o formato geral com outra pedra ou osso pontiagudo

Para incrementar a lâmina, você precisará de três materiais indispensáveis:

  • rocha: uma pedra grande com um lado relativamente chato será a lâmina em si. Molhe-a para acelerar o processo de dar forma;
  • pedra de martelo: uma pedra grande e lisa usada para fazer o formato da lâmina a partir da rocha;
  • lascador de pressão: a ponta de um chifre ou uma rocha pontiaguda para afiar as extremidades da lâmina.
Caso encontre um grande osso de animal, quebre-o com uma pedra, então utilize um dos fragmentos como uma lâmina. Embora a faca de osso funcione bem, ela não resistirá ao uso repetitivo. Lâminas de madeira são igualmente fracas, mas você pode reforçá-las usando somente madeira de veio reto e secando-a sobre uma fogueira.
Agora você tem uma lâmina, mas vai se cortar se segurá-la com as mãos desprotegidas. Como anexar um cabo à sua faca? E quais outras armas com várias partes que você pode criar na selva? Leia abaixo para descobrir

Exceto em situações de emergência, matar animais na selva sem permissão é quase sempre ilegal. Ferir um animal sem matá-lo o torna perigoso. E o porte de qualquer tipo de arma também acarreta um risco de ferimento. Favor considerar este artigo apenas como informativo e não como um roteiro de treinamento.

Ferramentas de selva complexas

Já que não é possível encontrar fita adesiva na selva, você deverá fazer o seu próprio material colante para finalizar a faca e outras armas.

Os tendões de animais são as cordas naturais mais resistentes que podem ser encontradas na selva. Depois de esfolar um bicho morto, remova um nervo e deixe secar. Uma vez seco, quebre-o para dividir os tendões em cordas individuais. Para fortalecer os cordões, gire dois grupos deles na direção horária. Então junte os dois no topo e torça cada um deles na direção anti-horária. Pele crua e fios de fibras da casca interna das árvores também servem como material de amarração.

Use uma ferramenta de lascagem para refinar as extremidades da sua faca antes de amarrá-la em um cabo

Agora que tem corda disponível, prenda um cabo de madeira ou de osso à sua faca, em um processo chamado de amarração. Faça uma denteação na extremidade do cabo onde ficará uma ponta da lâmina. Segurando o cabo e a lâmina juntos, use a corda para amarrá-los de maneira segura.
Você também pode construir um porrete pesado para acertar e golpear animais lentos como marsupiais, porcos-espinhos e roedores. Com a sua faca, faça um entalhe em formato de V no topo do porrete ou encontre um galho rígido com uma ponta bifurcada e insira uma rocha arredondada nesse espaço. Use a sua corda feita à mão para fixá-la no lugar.

Você pode fazer um porrete com uma rocha e um galho bifurcado

Se você prefere imitar Davi e Golias, faça um estilingue, que consegue abater animais menores e velozes como coelhos e raposas a distâncias maiores. Da roupa que você está usando, rasgue um pedaço de tecido grande o bastante para envolver uma pedra do tamanho de um ovo. Amarre cerca de 16 cm de corda em cada lado do pano. Coloque uma pedra no saquinho de tecido e, segurando ambos os lados da corda com uma mão, balance o estilingue por sobre a cabeça como um laço. Quando obtiver impulso, solte uma extremidade da corda, deixando a pedra voar em direção ao alvo.
Uma arma similar, chamada de boleadeira, produz um efeito triplo. Junte três pedras e três cordas de 1 m de comprimento. Amarre a extremidade de cada corda em volta de uma pedra. Então, amarre os três cordões juntos em um único nó. Segurando a boleadeira por esse nó, balance-a sobre a cabeça e solte-a quando a mira estiver perfeita. Ou libere o seu Hércules interior, herói arqueiro da mitologia grega, e construa um arco e flecha que dará a você mais precisão a longas distâncias para derrubar animais perigosos ou matar algum deles para o jantar. Uma das armas mais antigas da história humana, um simples galho e uma corda, podem se tornar a sua defesa mais eficaz. Para virar um aprendiz de Robin Hood na selva, selecione um galho forte, porém flexível. Você precisará de um pedaço de aproximadamente 2 m de árvores como nogueira, carvalho, cedro ou vidoeiro.
Dobre-o vagarosamente para encontrar sua curvatura natural. Depois corte-o no formato de um arco delgado, com o centro sendo a parte mais larga com cerca de 5 cm ao longo dela. Faça entalhes em cada ponta onde o fio do arco estará. Pele crua funciona melhor para o fio da arma. Estique-a bem e amarre-a firmemente nos entalhes. Então esfregue a madeira com gordura animal para mantê-lo maleável.
As flechas deverão ter a metade do tamanho do arco. Para fazê-las, encontre os galhos mais retos possíveis e suavize as superfícies com a faca. Para a ponta, um osso pontiagudo ou uma pedra funcionam melhor. Perfure uma extremidade da flecha e insira sua ponta, amarrando-as juntas. Você pode acrescentar penas no lado oposto da flecha, chamadas de voadoras ou voadeiras, dividindo a madeira ou deslizando-as no lugar, mas não é necessário.

Texto e Foto - Reprodução - Web

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A Prova de Tudo Guia de Sobrevivência

Video - Reprodução

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Comer e Sobreviver

À Prova de Tudo - Bear Grylls - Comer e Sobreviver

Video - Reprodução

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Kit de Sobrevivencia de Emergencia

Lista do Kit


Lista de itens do Kit de Emergência (aprox. 62 itens)
Lanterna 1 Led/1 Pilha AAA
Lanterna 1 Led/1 Pilha AA
Lanterna 1 Led/2 Pilhas AA
1 Pilha AA e 1 Pilha AAA
10 metros de Corda 4mm
Ferramenta multiuso Apito/Bussula/Lupa/Termometro
Ferramenta multiuso mini Alicate/Ferramentas
Pederneira
Cobertor de emergência
2 Canudos
2 Laminas de estilete
Sacos ZipLock
Silver Tape
Elásticos
Preservativo
Isqueiro
Canivete
Espelho Pequeno
6 Presilhas (Esgana-gato)
2 Filtros de Café
Papel Aluminio (1 metro)
Discos de algodão
Sinalizador Químico Fluorescente
Protetor solar (1 sachet)
Lenço umedecido (1 sachet)
Sal/Pimenta/Açucar (3 sachets cada)
1 Hand warmer
1 capa de chuva descartável
1 Lápis pequeno
1 cartela de pastilhas para purificação de água
1 sabonete pequeno
2 acendedores de carvão
1 vela (cortada ao meio)
1 caixa de fósforos à prova d'água
Pregos e parafusos (4 de cada)
Pinça
Palitos de dente

Kit de Pesca: Linhas 0,30 e 0,50 (20m cada), Linha multifilamento 60lbs (30 metros), Rolha, anzóis variados, chumbadas e Iscas artificiais tipo Jig, soft, gel e Sabiki.

Kit de costura: linhas, agulhas, alfinetes e botões.

Kit de Primeiros Socorros


1 par de Luvas de Látex
2 agulhas descartáveis
2 lâminas de bisturi
2 Fios de sutura entre 6-0 e 2-0 com agulha
Gaze Normal e Gaze estéril
12 BandAids de tamanhos variados
1 SteriStrip (ponto falso)
Alcool Swipes (lenços umedecidos com álcool)
1 cartela de Antibiótico (Amoxicilina)
1 cartela de Antiinflamatório (Nimesulida)
1 cartela de Antialérgico (Polaramine ou Fenergan)
Paracetamol, Dipirona, Aspirina

Abaixo 2 videos explicando a lista

Kit de Sobrevivencia de Emergencia - Parte 1

Kit de Sobrevivencia de Emergencia - Parte 2

OBS: Coloque ou retire da lista o que você achar nescessario

ABAIXO: Outros Kits de sobrevivência

( Lembrando que os kits são pessoais, cada pessoa monta seu kit de acordo com suas prioridades.)

Texto - Reprodução/Video - Reprodução - Web

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terça-feira, 6 de março de 2012

Nós e Amarras

Amarra Diagonal

Amarra Diagonal serve para aproximar e unir duas varas que se encontram formando um ângulo agudo. É muito utilizada na construção de cavaletes de ponte, pórticos etc. Para começar usa-se a Volta da Ribeira apertando fortemente as duas peças, dão-se três voltas redondas em torno das varas no sentido dos ângulos, e em seguida, mais três voltas no sentido dos ângulos suplementares, arrematando-se com um anel de duas ou três voltas entre as peças (enforcamento) e uma Volta de Fiel para encerrar. Pode-se também encerrar unindo a ponta final a inicial com um nó direito.

Amarra Quadrada

Amarra Quadrada é usada para unir dois troncos ou varas mais ou menos em ângulo reto. O cabo deve medir aproximadamente setenta vezes o diâmetro da peça mais grossa. Começa-se com uma Volta de Fiel bem firme ou uma Volta da Ribeira. A ponta que sobra desse nó, deve ser torcida com o cabo para maior segurança ou utilizada para terminar a amarra unindo-se a ponta final com um nó direito. As toras ou varas são rodeadas por três voltas completas redondas entre as peças (enforcamento) concluindo-se com a Volta do Fiel na vara oposta ao que se deu o nó de início ou com o nó direito na extremidade inicial.

Amarra de tripé

Esta amarra é usada para a construção de Tripés em acampamentos, afim de segurar lampiões ou servir como suporte para qualquer outra finalidade. A amarra de tripé é feita iniciando com uma Volta da Ribeira ou Volta do Fiel, passando alternadamente por cima e por baixo de cada uma das três varas, que devem estar colocadas lado a lado com uma pequena distância entre elas. Não é necessário o enforcamento nesta amarra, pois ao ajustar o tripé girando a vara do meio a amarra já sofre o "enforcamento" sendo suficientemente presa. Entretanto, em alguns casos o enforcamento pode ser feito, passando voltas entre as varas e finalizando com uma volta do fiel ou nó direito preso a extremidade inicial.

Ancoragens

As ancoragens simples ou sofisticadas dependem do terreno, das condições do solo, dos elementos ao redor, da tensão que desejamos aplicar e da quantidade de corda que dispomos.

Balso pelo seio

Este nó forma uma laçada dupla. É uma boa cadeira porque é possível sentar-se confortavelmente nele. Muito útil para subir ou descer uma pessoa ou volume. Geralmente se faz no meio da corda e é considerado um nó de salvamento. Nesse caso, lance a corda para a pessoa já com o nó feito para poder içá-la com segurança.

Volta do Salteador

Utilizado para prender uma corda a um objeto, com uma ponta fixa e outra que quando puxada desata o nó. Serve para descermos de uma arvore, escarpa ou barranco. É um nó extremamente perigoso, deve estar bem feito e ajustado quando utilizado para descermos com ele.

Lais de Guia

Utilizado para formar uma alça que não corre. É um nó para salvamento. Tem a vantagem de poder ser feito utilizando apenas uma das mãos. Útil quando precisamos usar uma das mãos para se agarrar num barranco, ou como se estivesse caído dentro de um buraco com o braço quebrado. Nesse caso o faremos em volta de nosso tronco para que uma outra pessoa possa nos içar com segurança. Quando for içar alguém, lance a corda com o Lais de Guia já feito.

Borboleta

Utilizado para fazer uma alça no meio do cabo. Não corre e nem perde a forma. Muito resistente e rápido de fazer.

Nó de Escolta

Usa-se para unir dois cabos de bitola diferente ou para fixar um cabo a uma argola.

Volta do Fiel

Chamado simplesmente de fiel este nó é a forma mais rápida de se fixar a corda, podendo ser reajustado ou desfeito com facilidade. Muito utilizado para iniciar uma amarra e segurar a corda atada á um poste. Não corre é resistente e seguro com um bom arremate de segurança na ponta.

Nó em Oito

Utilizado para arrematar provisoriamente a ponta de um cabo. Quando feito em laçada pode ser utilizado na cintura com um mosquetão em escaladas.

Nó Direito

Utilizado para unir dois cabos de mesmo diâmetro e para finalizar algumas amarras. Não deve ser utilizado para montanhismo ou rapel.

Prusik

Este é um nó auto-blocante, ou seja, sob tensão ele trava e quando frouxo ele corre facilmente. Em resgates, ascensões por uma corda fixa ou mesmo em cabo de aço, o Prusik é muito utilizado e quase sempre essencial. A corda utilizada para este nó deve ter aproximadamente a metade do diâmetro da corda principal, tendo suas pontas emendadas com um pescador duplo.

Nó de Catau

Utilizado para reduzir o tamanho de uma corda sem cortá-la, ou para para isolar alguma parte danificada da corda, sem deixá-la sob tensão. Atua com forte tensão e quando o uso for permanente se reforça com um cote nos extremos.

Nó de Pescador

Utilizado para unir linhas de pesca, cordas corrediças, delgadas, rígidas, cabos metálicos e até cabos de couro.

Volta Redonda

Utilizado para prender uma corda a um bastão. É um nó muito útil, não se desfaz facilmente, bom para esticar toldos ou barracas.

Nó do Cirurgião

Este nó é uma variação do nó direito, conta com uma volta a mais na laçada oferecendo mais força ao nó.

Volta da Ribeira

Utilizado para prender uma corda a um bastão, tronco, galhos, etc. É necessário manter este nó sob tensão.

Nó de Azelha

É utilizado para fazer uma alça fixa no meio de um cabo. Difícil de ser desfeito quando tencionado porém muito rápido de ser feito.

Nó de Correr

Serve para fazer uma alça corrediça em uma corda. Utilizado para fazer rabéola de pipas. Útil para aplicação de força quanto mais se puxa, mais ele aperta.

Boca de Lobo

Este nó parece um Prusik, porém com apenas uma volta. Serve para fixar um cabo a algo rapidamente.

Nó de Arnez

É utilizado para fazer uma alça fixa no meio de uma corda sem utilizar as pontas.

Cadeira de Bombeiro

É um nó simples e rápido de atar quando se precisa subir ou descer uma pessoa de uma árvore, barranco ou outro ponto. É seguro, porém mais utilizado em caso de emergência ou quando a altura não oferece grandes riscos. Para estes casos, existem cadeiras mais elaboradas e seguras.

Nó de Barril

Colocado o barril sobre um cabo faça um meio nó sobre o mesmo. Abra o nó deslocando sobre a lateral do barril ate seu terço superior. Arremate as pontas com Lais de Guia.

Texto, Video e Foto - Reprodução

Fonte: Youtube

Fonte: www.geat.com.br


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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Fogo e Fogueiras

Você necessitará do fogo para se aquecer, se manter enxuto, sinalizar, cozinhar, purificar a água pela fervura e também para se divertir. Não despreze os conselhos que se seguem, todos baseados em velha experiência e de valor comprovado. Não faça uma fogueira grande demais. As fogueiras pequenas exigem menos combustíveis e são mais fáceis de controlar, além do que, o seu calor pode ser concentrado. No tempo frio, pequenas fogueiras dispostas em círculo, em volta de um individuo, produzem efeito melhor do que uma única grande fogueira.

Preparação do local para o fogo

Prepare o local para a sua fogueira com cuidado. Limpe a área e remova as folhas, raminhos, gravetos, musgo e capim seco, a fim de não estabelecer um incêndio geral na floresta. Se o chão estiver seco, raspe tudo até chegar à terra pura. Se a fogueira tiver de ser acesa sobre terra molhada, arme-a sobre uma plataforma de toras ou de pedras chatas.

O combustível A maior parte dos combustíveis não se inflama ao contato direto de um fósforo aceso. Para iniciar a sua fogueira, você precisará de material facilmente inflamável.
Eis alguns materiais de fácil ignição: gravetos finos e bem secos, casca de árvore, bem seca, folhas de palmeira, raminhos secos, musgo solto que se encontra no chão, capim seco e ainda em pé, fetos de samambaias, pequenos pedaços de pau, rache-os e corte lasquinhas finas e compridas. Todo o material desta espécie que sobrar deverá ser cuidadosamente resguardado da umidade. Um pouco de gasolina facilitará a combustível. Não derrame gasolina ao fogo já iniciado, mesmo que não se veja chama alguma, ela poderá estar oculta pela fumaça. Para lenha, use a madeira de árvores mortas e secas e também galhos secos. E fácil quebrar e rachar madeira seca, basta bater com ela de encontro a uma rocha qualquer. Na madeira caída no chão, como por exemplo, um tronco de árvore, poderá estar seco mesmo que a parte de fora esteja úmida. Quase em toda parte é possível encontrar madeira verde que queime, especialmente quando picada em pequenos fragmentos. Nas áreas sem árvores você poderá achar outros combustíveis naturais, como capim seco, que poderá ser reunido em pequenos molhos, o esterco, a gordura animal e às vezes até o carvão.

Acendendo a fogueira sem fósforos

Em primeiro lugar procure e prepare quaisquer das seguintes espécies de isca, madeira pulverizada bem seca de casca de árvore ou o miolo retalhado de folhas de palmeira morta, fios de sisal ou linha de pano desfiado, que também poderá ser de algodão, barbante ou mesmo de gaze para curativos, raspas de plantas. Também a paina, penas finas dos pássaros ou ninhos de passarinhos, ninhos de ratos campestres ou pó de madeira moída pelos insetos com freqüência encontrada sob a casca de árvores mortas. Todo e qualquer material deverá estar perfeitamente seco. Ele queimará com mais facilidade se for agregado ao mesmo algumas gotas de gasolina. Uma vez preparado o material de isca, guarde algum para uso futuro em um recipiente hermeticamente fechado. Acenda-o em local protegido do vento. Experimente os seguintes métodos:

Pederneira

Este é o método é eficaz de fazer fogo sem o auxílio de fósforos. Para isto, utilize a pederneira (pedra dura). Se você não dispuser de pederneira, veja se arranja um fragmento de rocha bem dura, com o qual possa produzir faíscas. Se o fragmento quebrar-se ou até deixar riscar com demasiada facilidade quando atingido pelo aço, jogue-o fora e arranje outro pedaço. Aproxime as mãos prontas para bater na pederneira, por cima e bem próximas à isca, que deverá estar perfeitamente seca. Com a lâmina da faca ou um pequeno pedaço de aço, fira a pederneira em movimentos rápidos, de cima para baixo de modo que as faíscas produzidas caiam bem ao centro da isca. Juntando-se à isca umas poucas gotas de gasolina, antes de deflagrar as faíscas, a ignição da isca será facilitada. Uma vez acesa a isca, abane-a suavemente até surgir uma chama. Leve então a isca incendiada até o ponto onde deverá ter princípio a fogueira, ou então vá ajuntando gravetos e pequenas iscas de madeira seca sobre a isca até que a fogueira pegue definitivamente.

Lente

Qualquer lente convexa de uns 5cm ou mais de diâmetro pode ser usada, com Sol brilhante, para concentrar os seus raios sobre a isca e acendê-la.

Atrito

Muitos são os métodos de produzir fogo pelo atrito (arco, ranhura ou estria, tira de couro, etc.). Se o método escolhido for o da ranhura, corra o pauzinho para cima e para baixo no sulco (ranhura), acelerando o ritmo até obter fogo na isca, mas todos esses métodos requerem muita prática. Se você conhece bem um desses métodos, não deixe de usá-lo, mas não esqueçam que a pederneira (pedra dura) e o aço dar-lhe-ão os mesmos bons resultados, com menos trabalho.

Com uma Correia

Você poderá ainda obter fogo usando uma correia de fibra seca e forte, esfregando-a com um movimento contínuo que deverá ser aumentando em ritmo progressivo. O atrito produzirá o calor suficiente para a isca pegar fogo.

Bomba de Atrito

Outro método pouco usado é através de uma Bomba de Atrito. Você poderá construir sua Bomba de Atrito em apenas algumas horas de atividade, certamente você se surpreendera com o resultado, alem de ser uma ferramenta muito útil nos acampamentos, é uma excelente atividade. Repare nas fotos que a um peso na ponta da Bomba de Atrito, quanto maior o peso, maior será o atrito produzido.

Conselhos Úteis Não desperdice os seus fósforos procurando acender uma fogueira mal preparada. Não sendo necessário, não acenda fogueiras aqui, ali e acolá, economize o combustível. Experimente todos os métodos primitivos de fazer fogo e procure tornar-se eficiente em pelo menos um deles, antes que se acabem os seus fósforos. Traga sempre consigo um pouco de material de “isca”, bem resguardado da umidade, dentro de um saquinho impermeável ou de um receptáculo hermeticamente fechado. Nos dias secos e de sol quente, exponha as iscas aos raios solares. Um pouco de carvão vegetal, pulverizado, adicionado a isca, fará com que pegue fogo com mais rapidez. Não perca oportunidade de ajuntar iscas onde quer que encontre. Mantenha a lenha para a fogueira bem abrigada da umidade. Aproveite o calor do fogo já armado para secar a lenha úmida. Poupe algumas das suas melhores iscas e alguma lenha para rapidamente acender nova fogueira pela manhã. Para rachar pedaços mais grossos (ou pequenas toras) de madeira dura, corte pedaços em forma de cunha e crave essas cunhas na casca das toras com uma pedra ou pedaço de pau pesado (uma clava), a lenha rachada queima com mais facilidade. Para que uma fogueira dure a noite toda, ponha toras grandes em cima de modo que o fogo queime até o miolo da madeira. Uma vez formada a camada bem rica de brasas vivas, cubra-as levemente com cinza e por cima da cinza ponha terra seca. Pela manhã o fogo estará ainda aceso. O fogo pode ser transportado de um local para outro, sob a forma de pedaços incendiados de madeira em decomposição, de “palha” de coco, ou de brasas de bom tamanho. Coloque o material incendiado, ou em brasas, sob a nova fogueira, e abane ou sopre, até pegar fogo. Não desperdice material combustível. Utilize somente o que for necessário para começar e manter acesa a fogueira. Quando abandonar o local do acampamento, apague cuidadosamente a fogueira. Nos trópicos, a madeira para fazer fogo é abundante. Mesmo que esteja molhada por fora, o interior estará suficientemente seco (isto em se tratando de tronco morto) para queimar. Nas zonas com palmeiras, você poderá arranjar bom material para isca se fizer uso das fibras dos talos das folhas de palmeira. O material encontrado dentro dos ninhos de cupim e a própria “casa” dos mesmos, na parte inferior, constitui um bom material para fogueira. Folhas verdes, atiradas ao fogo, provocam uma fumaça que muito contribuirá para manter afastados os mosquitos e também para sinalizar. A reserva de lenha para o fogo deverá ser guardada sob o abrigo, a fim de que se conserve o máximo possível seco. A madeira e o material de isca que sobrarem se estiverem úmidos, deverão ser secados junto à fogueira e guardados para uso futuro.

Tipos de Fogueiras

Fogo Caçador Um dos melhores para cozinhar. Escolha dois troncos verdes de cerca de 50 cm de comprimento e 15 cm de diâmetro cada. Coloque-os lado a lado, com a abertura mais larga virada para o vento e a mais estreita sendo usada para apoiar as panelas. Mantenha o fogo baixo. Acrescente lenha quando for necessário. O uso de carvão também é apropriado. Os troncos verdes podem ser substituídos por grandes pedras ou tijolos adequadamente empilhados.

Fogo Estrela Nada melhor que fazer uma roda de amigos os redor deste fogo. Ele é de longa duração, com calor brando. Consome pouco combustível e não necessário cortar lenha. Junte alguns troncos ou galhos ecos, disponha-os em forma de estrela de modo que todos se encontrem no centro, onde se acende uma pequena fogueira. À medida que as pontas vão se queimando, é só empurrar a lenha mais para o centro.

Fogo de Conselho Esta montagem e ótima para iluminar, comece com uma mecha em seguida comece a colocar os troncos mais grossos e vá afinando.

Fogo em Linha Esta montagem de fogueira é pouco usada, pois e difícil iniciar o fogo.

Fogo de Trincheira Este fogo consome pouca lenha, oferece menos riscos, não é incomodado pelo vento e não irradia tanto calor, sendo apropriado para os dias quentes. Construa uma valeta mais rasa e larga de um lado, e mais funda e estreita do outro, para que o vento sopre do lado mais largo para o mais estreito. Se o chão for duro, corte as bordas bem retas de modo que apóiem as panelas ou cruze sobre a cova alguns galhos bem verdes que possam apoiá-las. O único inconveniente deste fogo é ficar ao chão, o que deixa seu uso desconfortável.

Fogo Refletor Para as noites frias, prepare este excelente aquecedor natural: construa uma pequena murada com troncos verdes para dirigir o calor em uma só direção. Prepare a fogueira protegida na muralha. Cuide para que o vento sopre em direção à muralha e não à barraca. Uma rocha ou barranco também podem funcionar como refletor. Neste caso, verifique se o local é bom para se armar uma barraca.

Fogo em Cone Características: dá bastante calor e as chamas sobem como um fio dando muita iluminação. Como os troncos são consumidos rapidamente, necessita de maior manutenção. A base é um quadrado com 1 a 1,2m de lado, dispondo-se dentro dele numerosos troncos colocados em cone.

Texto e Foto - Reprodução

Fonte: www.geat.com.br/


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Texto e Foto - Reprodução

Fonte: Web

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