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"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina"
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Perneira

Descrição:

•Protege contra ataque de cobra, pancada em tocos, pedras e espinhos.

Perneiras: A utilização de perneiras é muito importante em atividades florestais para prevenção contra acidentes com animais peçonhentos como cobras, aranhas e escorpiões. Existem também perneiras especiais para operadores de motosserra, desenvolvidas com algumas camadas internas de uma espécie de nylon que, quando são atingidas pelo sabre da motosserra, não rasgam diretamente, mas embaraçam a corrente e paralisam a máquina.

Prevenção de acidentes com animais peçonhentos:

Para se evitar acidentes com animais peçonhentos, além de conhecê-los melhor, devemos adotar certos cuidados básicos, tais como: Utilizar botas de cano alto ou perneiras de couro pode evitar até 80% dos acidentes, pois a maioria das picadas de serpentes ocorre do joelho para baixo; Nunca se deve andar descalço ou de chinelos em locais onde possa ocorrer cobras ou outros animais peçonhentos. O uso de sapatos ou botinas pode evitar de 50% a 60% dos acidentes; Não colocar as mãos em buracos, ocos de árvores ou vãos de pedras; Não sentar, deitar ou agachar próximo a arbustos, barrancos, pedras, pilhas de madeira ou material de construção sem se certificar de que ali não existem cobras ou outros animais peçonhentos. Nas colheitas de arroz, café, milho, feijão, frutas e nas hortas é preciso verificar onde se colocam as mãos; Manter limpas as áreas ao redor da casa, paióis e plantações, eliminando os montes de entulho, lixo, restos de alimento e folhagens altas e fechadas. Essas medidas evitam a aproximação de ratos e de outros animais que servem de alimentos para as cobras; Não segurar as cobras com as mãos, mesmo que estejam mortas, pois o veneno das glândulas permanece ativo por um certo tempo após a morte do animal; Proteger os predadores naturais das serpentes, como emas, seriemas, gaviões, gambás e a conhecida cobra muçurana, pois os mesmos participam do controle do crescimento das populações de ofídios.


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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Como arrancar a pele de uma cobra

Cobras são muito comuns e geralmente não são protegidas pela legislação em várias partes do mundo. Apesar de terem seu propósito na natureza, elas têm uma carne deliciosa e suas peles são muito bonitas. No Oeste dos EUA, por exemplo, a cascavel cozida é chamada de "galinha da pradaria". Os passos a seguir vão lhe ensinar como esfolar, eviscerar e preparar a carne de uma cobra para fins culinários. Se a cobra não for uma cascavel, estas instruções ainda se aplicam, com a exceção óbvia dos passos relativos ao chocalho.

PASSOS:

1º - Remova a cabeça, a não ser que ela esteja sendo preparada para taxidermia. É sempre melhor trabalhar com uma cobra decapitada, pois até mesmo cobras "mortas" podem dar o bote, e as presas ainda são venenosas por um longo tempo. Ao remover a cabeça, todo o risco de veneno é removido.

2º - Lave o exterior da cobra com cuidado. Use água com sabão ou água pura. Só tome cuidado para remover todo o sabão da cobra.

3º - Faça uma incisão no centro da barriga através da pele, desde o pescoço onde ficava a cabeça até a base do chocalho. Na maioria das cobras, há uma pequena escama na barriga cobrindo a cloaca. Na imagem, é a última escama creme antes das escamas escuras da cauda. Simplesmente parta-a ao meio como o resto das escamas.

4º - Puxe a pele da carne manualmente, começando pela ponta onde ficava a cabeça, aplicando uma tensão uniforme para que a pele não rasgue. Separe a pele da membrana abaixo dela logo na altura da cabeça, pois você quer a pele limpa. O couro deve estar solto o bastante para sair facilmente da carcaça. Se a pele estiver meio presa, uma faca pode ser usada para soltar cuidadosamente os lugares mais difíceis. Normalmente, é possível remover a pele sem uma faca por toda a extensão da cobra, até a cloaca.

Quando chegar na cloaca, normalmente é necessário soltá-la da pele cortando em volta da abertura com uma faca. Continue a cortar até a base do chocalho. As inserções dos músculos do chocalho geralmente tornam esta parte difícil, e uma faca deve ser usada se a pele estiver difícil de remover, pois ela é especialmente delicada neste lugar.

Depois da pele ser removida de tudo exceto o chocalho, corte a cauda o mais perto da base do chocalho possível. Se a pele será guardada com o chocalho, ajuda deixar a parte de pele presa ao chocalho o mínimo possível.

5º - Remova as vísceras com as mãos, começando com a cabeça e fazendo um movimento de raspagem com a mão se algum órgão estiver difícil de remover. Tome cuidado na parte posterior do sistema digestivo da cobra, pois os excrementos podem cair sobre a carne.

6º - Lave a cobra eviscerada e esfolada em água fria para remover o excesso de sangue e outras substâncias indesejadas. As membranas e gordura são difíceis de remover das costelas e da espinha e podem ser cortadas agora.

7º - Corte a cobra em segmentos do modo mais conveniente para o método desejado de cozimento.

DICAS:

Quando for tratar uma cobra fresca (que não foi previamente congelada), é melhor esperar uma hora ou duas depois de matar a cobra, antes de começar a esfolar. É incrível o quanto uma cobra morta pode ter espasmos, o que torna difícil fazer uma incisão reta.
Algumas pessoas preferem descansar os pedaços de cobra cortados em salmoura por um dia ou dois para remover traços de sangue e o gosto de caça da carne.
As cobras podem ser congeladas; a carne não é danificada, nem a cor da pele.
Quando for cortar a cobra em pedaços, faça os cortes entre e no mesmo ângulo que as costelas, para evitar seccioná-las. Se as costelas forem partidas, pode ser difícil de removê-las da carne depois de pronta.
A cobra tem um gosto entre frango e peixe, podendo ser preparada para parecer com qualquer um dos dois.
Se a cobra se picou ou foi picada por outra cobra venenosa, o cozimento normalmente remove todo o veneno. Se ver marcas de mordida, proceda com cuidado.
Não mate as cobras desnecessariamente. Elas controlam várias pragas, entre elas ratos.

AVISOS:

Tome cuidado ao manusear ou despachar qualquer cobra, especialmente as venenosas.
Verifique as leis locais sobre a captura de cobras selvagens.
Tome cuidado com a faca!

MATERIAIS NESCESSÁRIOS:

Uma cobra fresca ou congelada
Uma faca afiada
Um estômago forte

FONTE: pt.wikihow.com/Arrancar-a-Pele-de-uma-Cobra

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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Cobra Coral

Cobra Coral

As corais (Micrurus, Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius) são serpentes de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo. Há corais peçonhentas (Micrurus) e não-peçonhentas (Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius), mas é difícil a distinção, possível apenas pelo exame minucioso da posição das presas ou da qualidade dos desenhos (anéis). As cobras-coral existem na América do Sul, América Central e Sul dos Estados Unidos da América. É também conhecida pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira, ibiboboca, ibiboca e ibioca.

As corais, além de serem muito visíveis devido às suas cores, não apresentam o comportamento de ataque como, por exemplo, das cascavéis. As presas das corais são pequenas e podem estar localizadas na porção anterior da mandíbula (dentição proteróglifa), na Micrurus, como na porção posterior (dentição opistóglifa), nas Erythrolamprus, Oxyrhopus e Anilius. Portanto, elas não picam, mas mordem a caça para inocular a peçonha.

As cobras-coral possuem uma peçonha de baixo peso molecular que se espalha pelo organismo da vítima de forma muito rápida. A coral necessita ficar "grudada" para inocular a peçonha pelas pequenas presas. A cobra-coral é tão peçonhenta quanto uma Naja. A sua peçonha é neurotóxica, ou seja, atinge o sistema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e caimento das pálpebras, podendo levar uma pessoa adulta a óbito em poucas horas. O tratamento é feito com o soro antielapídico intravenoso.

A coral verdadeira geralmente é identificada pela posição das presas ou pela quantidade e delineamento dos seus anéis. As peçonhentas de forma geral possuem um ou três destes anéis completos em volta do corpo e as não-peçonhentas os possuem apenas na parte dorsal.

A coral tem hábito noturno e vive sob folhas, galhos, pedras, buracos ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender, geralmente levanta a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração; este pensa que é a cabeça da cobra e foge para não ser atacado. As atividades diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e à maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento, a fêmea posta de 3 a 18 ovos, que em condições propícias abrem após uns 90 dias. Dada a capacidade de armazenar o esperma do macho, a fêmea pode realizar várias posturas antes de uma nova cópula.

Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. Ao se sentir acuada ou ser atacada, a cobra-coral rapidamente contra-ataca, por isso recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida e luvas de couro, bem como evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. A pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, procurando-se, se possível, capturar a cobra ainda viva. Deve-se evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para que o veneno não se espalhe mais rápido no corpo. Deve-se também evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc., sendo o soro a melhor opção.

Existe um antigo ditado para distinguir uma coral verdadeira da coral falsa:

“Vermelho com amarelo perto, fique esperto. Vermelho com preto ligado, pode ficar sossegado”



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Video - Reprodução

Fonte: Youtube/ Canal: cortandoestrada

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